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Mari Becker: “Gostaria de continuar trabalhando com F1”

Repórter vive incerteza em meio à saída da categoria para a Band e seu retorno à Globo

Mariana Becker, repórter de F1

A confirmação do retorno da Fórmula 1 ao Grupo Globo é visto como apenas uma questão de tempo, com a expectativa do anúncio oficial para o mês de outubro e, enquanto isso, segue a incerteza sobre quem formará a equipe das transmissões. E um nome muito pedido nas redes sociais para que seja recontratada pelo grupo carioca é o de Mariana Becker.

Repórter oficial da F1 no Brasil desde o fim dos anos Globo, Becker é uma unanimidade entre os fãs, sendo também muito respeitada por chefes de equipe e pilotos no paddock.

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Mas, com a notícia de que a Globo pode não contratar ninguém da Band para formar sua equipe de transmissão a partir de 2025, o futuro de Mari Becker segue em xeque, com a gaúcha expressando seu desejo de seguir trabalhando com a principal categoria do automobilismo mundial.

Em entrevista à jornalista Ju Cerasoli para o UOL, Mari comentou o fim do acordo com a Band e falou sobre seu futuro.

“Como eu não sei meu futuro, não posso nem te dizer o que há”, disse. “Eu fiquei muito triste, porque acho que é uma coisa frustrante para a gente que está trabalhando, que está querendo fazer o melhor possível e, de repente, não vou poder continuar a fazer o que eu estava fazendo. Na verdade, como não está nas minhas mãos, eu tenho que esperar um pouco, ver o que o futuro me reserva”.

“Eu só acredito nas coisas depois de assinado. A F1 nos ensina isso. Eu gosto muito de F1 e gostaria de continuar trabalhando com F1, dentro de condições normais. Agora, se eu tiver que não trabalhar com F1 e trabalhar com outra coisa, também trabalharei. Ficaria triste por ter que deixar, mas acho que a capacidade de contar histórias está sempre comigo”.

O grande diferencial das transmissões da F1 na Band em relação à Globo foi o espaço que o canal paulista abriu para a categoria, com largas janelas de pré e pós classificação e corrida, além de matérias e reportagens nos jornais da casa. E Mari sente a diferença, não somente no prazer do trabalho como também na relação com personagens-chave do paddock.

“Eu cada vez sinto mais prazer em trabalhar. O prazer da gente como jornalista esportivo vem de duas fontes principais: uma é do esporte ser surpreendente, dele gerar histórias, de gerar momentos em que você, de repente, se vê como testemunha de algo que não foi feito antes, ou de algo inovador”.

“A outra coisa que melhorou muito também é que os pilotos estão mais abertos. Apesar do controle, desde que eu cheguei, eles falam mais, eles se revelam mais. Essa melhora vem principalmente do comportamento e de como a F1 no sentido de que você tem hoje mais mídias sociais. [...] A gente pode sair um pouco do trivial. Você pode explorar um assunto com o cara, poder entender porque, pela milésima vez, os caras erraram na estratégia. Me dá muito prazer de poder cobrir e contar isso tudo”.

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