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Mari não desacelerou: os bastidores do retorno da agora comentarista da F1 na Globo

Jornalista encara novo desafio em 2026, após sucesso popular na reportagem in loco da maior categoria do automobilismo mundial

Mariana Becker, repórter de F1

De 2021 a 2025, com a ida da Fórmula 1 para o Grupo Bandeirantes, os profissionais, quase que em toda a sua totalidade formados pela Rede Globo, sempre estiveram entre os assuntos mais comentados nas redes sociais.

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Obviamente, os personagens que estiveram sob o ávido escrutínio do público exigente da maior categoria do automobilismo mundial, sempre estiveram sujeitos às críticas e elogios e os telespectadores elegeram os seus preferidos.

Dois deles, notadamente eram aqueles que tinham os menores índices de rejeição: Mariana Becker e Felipe Giaffone. Coincidência ou não, dois daqueles que o Grupo Globo recrutou para um retorno à emissora, que volta a transmitir a F1 em 2026.

Mari, além de realizar um exímio trabalho na Band, também se tornou em uma espécie de porta-voz do novo público da F1, mais jovem e mais feminino. Estar na pista todo fim de semana, cara a cara com os pilotos mais assistidos do mundo, era uma declaração de vitória para essas meninas, em um cenário majoritariamente masculino há até pouco tempo atrás.

Por conta disso, boa parte do público se mostrava inconformado com a possível ausência da jornalista gaúcha a partir de 2026. Tanto que uma fake news surgida nas redes sociais ganhou incrível força nos últimos meses – a de que Mari estaria em uma transmissão em português da F1TV com a narração de Sergio Maurício. Isso foi muito motivado pelo descontentamento com a mudança das transmissões na TV, do que o compromisso com a verdade, além de ganhar engajamento nas plataformas.

Quanto a isso, o Motorsport.com apurou que essa ideia nunca sequer chegou a ser cogitada, com a questão da versão em português das transmissões da F1TV sendo algo tratado pela categoria e pela nova detentora dos direitos.

Assim como a própria Mari relatou em suas redes sociais, nunca foi sua intenção “desacelerar”, como foi indicado a certa altura, ela sempre quis a continuidade da sua carreira na F1.

Soma-se a isso o tratamento de Mari (e Giaffone também) em relação à Globo, enquanto estiveram na Band, sempre respeitosos, sem as brincadeiras que poderiam ser tratadas como indiretas durante às transmissões. E isso contou muito para um possível retorno de ambos, algo muito valorizado pela emissora que volta a ter os direitos. 

Conforme o ano de 2025 foi passando, a ideia inicial de não contar com nenhum outro profissional vindo do Grupo Bandeirantes foi sendo modificada na Globo. Dois dos profissionais mais respeitados pelo público ganharam a preferência, além de eliminar o 'hate' criado no último ano, com pessoas de dentro da emissora assumindo isso nas internas. 

Independentemente de qualquer coisa, os desafios dos 'novos' contratados serão distintos, mas no caso de Mari, ela terá um protagonismo ainda maior durante as transmissões, sendo um reconhecimento pelo grande trabalho dos últimos anos, além de mostrar ao mercado que a emissora dá voz – literalmente – às mulheres também na F1.

A escolha ainda possibilita a liberdade para a consolidação de profissionais competentes na reportagem, que também podem crescer no conceito dos fãs, como Julia Guimarães, Guilherme Pereira e Marcelo Courrege.

VINGANÇA de Piastri? VITÓRIA de BORTOLETO? REVIRAVOLTA de Hamilton? Os DUELOS nos times em 2026

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