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McLaren não vê relação entre toque e abandono de Hamilton

Inglês encostou no muro durante a classificação, mas Whitmarsh garante que equipe checou o carro e não havia danos

A McLaren não acredita que o toque de Lewis Hamilton no muro em sua última tentativa na classificação tenha causado o problema de câmbio que o tirou da corrida. Segundo o chefe da equipe, Martin Whitmarsh, ao contrário do que aconteceu com Bruno Senna, que teve de trocar a peça justamente após colidir com o muro, a escapada do inglês foi mais leve e não causou mais danos. “Se olhar para Senna e outros, as batidas foram bem mais fortes. No domingo de manhã, os caras viram que a roda tinha uma marca de dois ou três centímetros, mas não havia qualquer dano, mesmo sendo materiais bastante finos. Os engenheiros testaram toda a suspensão e sequer tinham olhado a cambagem, só o fizeram porque pedi. Eles estavam absolutamente confiantes de que tinha sido só uma encostada e que não provocaria nenhum dano. Não acho que o que aconteceu na corrida tem a ver com isso.”

Whitmarsh revelou que o problema teve início durante a corrida e a equipe não pôde fazer nada. Na F-1 atual, a telemetria é unilateral, ou seja, apenas o piloto pode alterar por meio do volante configurações do carro. Do pitwall, não se pode fazer nada. “Foi um problema totalmente inesperado. Vimos as temperaturas aumentarem, assim como outros fenômenos. Vimos isso acontecendo por algumas voltas [antes da falha].”

O dirigente destacou a reação do piloto que, mesmo perdendo os 25 pontos de uma vitória que parecia garantida e vendo a diferença para o líder Fernando Alonso aumentar de 37 para 54 pontos com seis etapas para o final, manteve-se focado. “Tenho de dizer que Lewis foi muito forte. Falei com ele em primeira mão e ele estava muito focado, agradeceu a todos por seu esforço neste final de semana. É um Lewis muito mais forte do que eu vi antes. Ele está focado e sabe que há 150 pontos em jogo e que vamos trabalhar para conquistar o máximo que pudermos.”

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