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Stoffel Vandoorne, McLaren MCL32

Segundo o chefe de operações da McLaren, Jonathan Neale, o time britânico não descarta passar a fazer o seu próprio motor na Fórmula 1 após 2020, quando os regulamentos técnicos da categoria mudarão.

"Na Fórmula 1, a McLaren não fez seu próprio motor historicamente", disse Neale.

"Acabamos de assinar um acordo com a Renault. Os regulamentos estão mudando, e apenas 50% do mapa foi lançado até agora, então não conhecemos a direção exata da viagem."

"Mas e a comercialização disso para nós? No momento, não está clara. Você tem grandes equipes como a Mercedes, que está gastando uma quantidade significativa de dinheiro com uma grande organização e uma infraestrutura integrada agora.”

“Se você olha a Ferrari fazendo 35 mil motores por ano para a Maserati ou algo assim, bem como seus próprios 8 mil, quando você olha para o tipo de retorno de vendas que nós ainda obtemos, ainda somos um fabricante de nicho, apesar de fazermos 4 mil carros por ano."

"Temos um programa de Fórmula 1. Ainda não estamos dimensionados, ainda não somos um fabricante de escala. Mas estamos mantendo mente aberta e vamos analisar a próxima fase da Fórmula 1 e ver se existe a chance de usar nosso capital com mais sabedoria. Mas não temos nenhum plano imediato para fazer nada além do que fazemos agora."

Neale continua convencido de que ter um contrato com uma fabricante é o ideal.

"Eu voltaria ao que Ron (Dennis) disse. Ele falou que o modelo certo sob as regras atuais da Fórmula 1 para uma equipe é ser um time com apoio de uma fábrica, porque você teria um time técnico e um forte orçamento de marketing. Você teria acesso a uma tecnologia profunda e investimento de capital, então as coisas ficariam mais ágeis."

"Ainda acredito que essa é a verdade e a situação ideal. Os últimos anos não nos entregaram, e nós precisamos de uma estratégia de saída para que possamos reparar nossos negócios. Então, vamos ver. Me pergunte isso no final deste ano."

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