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Mercedes defende permanência de atuais motores em 2021

Equipe alemã insiste que a falta de fabricantes interessadas em regulamento proposto pela F1 é sinal de que atuais normas devem permanecer

Toto Wolff, Mercedes AMG F1 Director of Motorsport

A Mercedes voltou a defender a permanência do atual regulamento de motores da F1 após a temporada de 2020, citando o argumento da falta de interesse por parte de outras fabricantes nas ideias propostas.

Originalmente, a F1 mostrou o interesse em adotar um regulamento novo a partir de 2021, basicamente simplificando as atuais unidades com a remoção do MGU-H, o que traria benefícios em termos de barulho, simplicidade e custos.

Um dos argumentos para defender a mudança era a possibilidade de atrair novas fabricantes para o Mundial, o que não aconteceu.

Assim, a Mercedes insiste que o melhor caminho a seguir é a permanência das atuais normas. “Estamos discutindo que, se pudermos convencer outra fabricante a entrar, seja ela uma grande montadora ou uma ótima marca, então podemos ouvir e dizer que há algo que precisamos fazer”, disse o chefe da Mercedes, Toto Wolff.

“Mas, no momento, não parece que haja alguém capaz de se comprometer de verdade para 2021. Assim, manter as atuais regras significa também evitar custos adicionais e poder dar maior desenvolvimento às atuais unidades de potência.”

O dirigente afirma que é possível melhorar o regulamento atual sem que seja necessária a implementação de um sistema totalmente novo. “Há coisas que você pode fazer para ajustar o motor e dar um melhor som, além de evitar a discussão sobre eficiência de combustível. Então, isso é algo que ainda estamos discutindo.”

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