Pular para o conteúdo principal

Recomendado para você

MotoGP - Márquez: "Austin é um circuito que adoro, mas não venço há quatro anos"

MotoGP
GP das Américas
MotoGP - Márquez: "Austin é um circuito que adoro, mas não venço há quatro anos"

Oliver Paludo acelera na Porsche Cup pela primeira vez aos 14 anos

Porsche Cup
Velocitta - Sprint
Oliver Paludo acelera na Porsche Cup pela primeira vez aos 14 anos

Morestoni projeta etapa desgastante com a Porsche Cup em Mogi Guaçu

Porsche Cup
Velocitta - Sprint
Morestoni projeta etapa desgastante com a Porsche Cup em Mogi Guaçu

Werner Neugebauer inicia nova fase nos EUA com estreia na GT4 America em Sonoma

Geral
Werner Neugebauer inicia nova fase nos EUA com estreia na GT4 America em Sonoma

ANÁLISE MotoGP: Martín voltou - mas ainda não está em sua melhor fase

MotoGP
GP do Brasil
ANÁLISE MotoGP: Martín voltou - mas ainda não está em sua melhor fase

Bezzecchi minimiza favoritismo: 'Márquez venceu mais corridas em Austin do que eu em toda a minha carreira na MotoGP'

MotoGP
GP das Américas
Bezzecchi minimiza favoritismo: 'Márquez venceu mais corridas em Austin do que eu em toda a minha carreira na MotoGP'

F1: Repórter 'expulso' de coletiva por Verstappen reage à atitude de Max

Fórmula 1
GP do Japão
F1: Repórter 'expulso' de coletiva por Verstappen reage à atitude de Max

F1: Hulkenberg admite que havia "problemas" entre Binotto e Wheatley

Fórmula 1
GP do Japão
F1: Hulkenberg admite que havia "problemas" entre Binotto e Wheatley

Mercedes não se arrepende de estratégia em Cingapura

Para Toto Wolff, outras equipes apostaram porque tinham menos a perder - e tática só funcionou com Alonso e Kimi

A Mercedes se mostrou o segundo carro mais rápido por todo o final de semana em Cingapura, mas ficou apenas com o quarto e quinto lugares na corrida. Quem se meteu entre os prateados e o inalcançável Sebastian Vettel no domingo foram Fernando Alonso e Kimi Raikkonen, adotando uma estratégia diferente ao fazer um stint longo, de 35 voltas, no final da corrida, aproveitando-se do Safety Car.

As Mercedes e as Red Bull foram as únicas que não aproveitaram a interrupção da prova para fazerem suas paradas e tiveram de trocar pneus voltas depois, perdendo posições. No final, Nico Rosberg e Lewis Hamilton recuperaram terreno, superando pilotos que sofriam para fazer seus pneus usados funcionarem, mas Alonso e Raikkonen já estavam fora de alcance.

Logo depois da prova, tanto Rosberg, quanto Hamilton afirmaram que a estratégia adotada pela Mercedes havia sido equivocada, mas o chefe da equipe, Toto Wolff, discorda de seus pilotos.

“Após a prova é sempre fácil dizer que deveríamos ter feito isso. Naquele ponto, quando vimos que Fernando tinha parado, deveríamos ter parado Lewis [que estava logo atrás do espanhol] também, mas isso também significaria que não bateríamos Fernando na estratégia [porque ele sairia na frente] e naquele ponto ainda havia 35 voltas adiante e não sentimos que poderíamos fazer aquilo.”

Na verdade, a Mercedes não acreditou que nenhuma equipe conseguiria levar seus pilotos até o fim. “Parecia uma aposta dos outros. Kimi estava muito atrás, então precisava fazer isso, e Domenicali disse que iriam arriscar e, desta vez, funcionou. Era uma linha tênue para fazer a escolha certa, porque se a corrida tivesse mais três voltas, tudo seria diferente”, argumentou.

Artigo anterior Vettel faz pouco caso com as vaias, mas rivais criticam
Próximo artigo Ferrari deve reabrir túnel de vento no final de outubro

Principais comentários

Últimas notícias