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Mesmo com melhor carro, Rosberg revela dificuldade em pilotar em Silverstone

“A sensação é muito pior que no carro do ano passado", diz piloto, que descreve como é andar com vento forte

As declarações de Nico Rosberg depois dos primeiros treinos livres para o GP da Grã-Bretanha deram o tom da dificuldade dos pilotos neste final de semana andando em um carro com menos pressão aerodinâmica em um circuito de curvas de alta velocidade como Silverstone: mesmo o líder do campeonato, a bordo do melhor carro do grid, sofreu para controlar sua Mercedes.

[publicidade]“É uma pista que combina bem com nosso carro, sinto que estamos muito rápidos aqui”, afirmou o primeiro colocado no treino da manhã e segundo à tarde, ouvido pelo TotalRace na Inglaterra. “Mesmo assim, foi um dia difícil porque o vento era muito forte e não sei se o pessoal de casa consegue imaginar o efeito do vento nestes carros.”

O vento é um fator conhecido no circuito de Silverstone, construído na época da Segunda Guerra Mundial como base aérea e, portanto, localizado em um local bastante plano. Porém, o desafio é maior com os novos carros.

“Por exemplo, entro a 130km/h em uma curva lenta e, de repente, tem um vento de 40km/h vindo de trás, o que faz com que eu entre a 170km/h na curva, o que altera completamente a aderência. O carro fica maluco, escorregando para todo lado. Daí, na curva seguinte, pego o vento de lado, o que puxa o carro para fora da curva. E, na próxima, o vento vem da frente e tenho uma aderência monstruosa quando reacelero e isso transforma o carro. É muito complicado, especialmente para acertar o carro”, analisa.

“A sensação é muito pior [que no carro do ano passado], definitivamente. O carro escorrega muito mais e fica com a traseira muito nervosa. Você sente o limite nas saídas de curva, que te desafiam.”

Perguntado sobre a quebra de motor do companheiro Lewis Hamilton, Rosberg não se mostrou muito preocupado.

“A confiabilidade é importante é não é legal que haja problemas, ainda que não saiba exatamente o que aconteceu. Mas de qualquer jeito eles vão encontrar soluções e também coletei muitas informações com o meu carro.”
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