Pular para o conteúdo principal

Recomendado para você

F1: Ao contrário da McLaren, Red Bull deve ir à pista em primeiro dia de testes em Barcelona

Fórmula 1
Fórmula 1
F1: Ao contrário da McLaren, Red Bull deve ir à pista em primeiro dia de testes em Barcelona

F1: FIA quer "resolver" polêmico 'truque' dos motores antes do início da temporada

Fórmula 1
Fórmula 1
F1: FIA quer "resolver" polêmico 'truque' dos motores antes do início da temporada

F1: Por que a McLaren não vai correr no primeiro dia de testes em Barcelona

Fórmula 1
Fórmula 1
F1: Por que a McLaren não vai correr no primeiro dia de testes em Barcelona

F1: Mercedes publica primeiras fotos de pintura para 2026

Fórmula 1
Fórmula 1
F1: Mercedes publica primeiras fotos de pintura para 2026

MotoGP: Márquez retorna ao Circuito Aspar para segundo teste privado com a Ducati

MotoGP
MotoGP
MotoGP: Márquez retorna ao Circuito Aspar para segundo teste privado com a Ducati

F1: Hill aponta culpado para falta de mais títulos de Alonso e alfineta Stroll

Fórmula 1
Fórmula 1
F1: Hill aponta culpado para falta de mais títulos de Alonso e alfineta Stroll

Enzo Fittipaldi lidera teste de pré-temporada da Indy NXT em Sebring

Indy
Indy
Enzo Fittipaldi lidera teste de pré-temporada da Indy NXT em Sebring

F1: O que esperamos da 8ª temporada de Drive to Survive?

Fórmula 1
Fórmula 1
F1: O que esperamos da 8ª temporada de Drive to Survive?
Últimas notícias

Mesmo gastando menos, equipes da F-1 seguem em dificuldade

Times não conseguem chegar a acordo sobre fatia dos lucros da categoria e têm futuro ameaçado

O pior da crise que começou a assolar o mercado mundial em 2008 e tirou a maioria das montadoras da Fórmula 1 – Toyota, Honda, BMW e Renault como construtoras – já passou, mas agora a categoria tem de aprender na marra a fazer mais com menos.

Os orçamentos diminuíram consideravelmente neste período. Em 2008, seis equipes gastavam mais do que 350 milhões de dólares por ano, enquanto, hoje em dia, as grandes equipes trabalham com orçamentos entre 200 e 250 milhões. Ainda assim, constantemente há boatos de que times médios e pequenos passam por dificuldades financeiras.

“É claro que as equipes menores estão no limite”, afirmou Mark Webber ao TotalRace. “Os times médios também não estão de férias, sua situação financeira não está fácil, mas o mundo todo está passando por um momento parecido. O esporte se modificará para se fortalecer no futuro. Também é muito importante olhar para as categorias menores, que precisam ser fortes. Não podemos nos focar apenas na F-1.”

A opinião do piloto da Red Bull é compartida por quem está no poder. “É duro”, admitiu o chefe da McLaren, Martin Whitmarsh. “Estamos no mundo da publicidade e vemos ao redor do mundo como está difícil. Tomamos algumas medidas, mas acho que será duro para alguns.”

Segundo o dirigente, ainda que o chefão da F-1, Bernie Ecclestone, consiga manter um bom nível de lucro para a FOM, empresa que cuida dos direitos comerciais da categoria, as equipes “só podem culpar a si mesmas por não serem suficientemente coesas para trabalhar juntas e conseguir uma fatia maior do negócio”.

O novo Pacto da Concórdia, que regula, entre outros fatores, a fatia do lucro da FOM destinada às equipes, ainda não foi assinado. A proposta é que as equipes fiquem com 63% dos lucros, 20% a mais que a margem atual.

Enquanto o dinheiro extra não vem, as equipes buscam alternativas de sobrevivência. No início desta temporada, a Caterham reconheceu que conversou com a Marussia sobre a possibilidade de juntar forças e unir as equipes, o que deixaria o grid com apenas dez times.

Porém, as negociações não foram adiante. “A equipe fez a proposta levando em consideração fatores técnicos e operacionais, no então logo ficou claro que uma solução mutuamente benéfica não seria possível.”

Artigo anterior "Não temos tanta pressão para começar 2014 bem", diz Di Resta
Próximo artigo Pneus e DRS revolucionam índices de ultrapassagem na F-1

Principais comentários