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Montezemolo foi responsável por reerguer a Ferrari duas vezes

Italiano foi importante para a contratação de Lauda nos anos 1970 e voltou como salvador da pátria nos 90

Será difícil não associar o nome de Luca di Montezemolo à Ferrari a partir da saída do italiano, confirmada nesta quarta-feira. Afinal, trata-se de uma das parcerias mais longas da história da Fórmula 1, que passou tanto pelo período mais difícil, quanto pelo mais vitorioso da trajetória da Scuderia na categoria.

[publicidade] Montezemolo entrou na Ferrari aos 26 anos, em 1973, vindo da FIAT e rapidamente se tornou o braço-direito de Enzo Ferrari, ocupando a função de diretor esportivo. Naquela época, o time enfrentava uma seca maior do que a de hoje – enquanto atualmente a equipe passa por seu sétimo ano sem títulos, na época eram nove desde o último triunfo, com John Surtees.

Com a meta de fazer a equipe voltar a vencer, Montezemolo mexeu na estrutura e tentou contratar grandes nomes. Depois de tentar James Hunt, sem sucesso, foi atrás de Niki Lauda que, na época, era um jovem promissor.

Menos de dois anos depois de assumir o posto de diretor, Montezemolo conquistou seu primeiro título, em 1975, com Lauda. Dali em diante, foram mais dois campeonatos em quatro anos. Nesse meio tempo, o empresário passou a trabalhar em outras áreas dentro da Fiat.

Sem Montezemolo, outra fase de vacas magras se instalou em Maranello. O italiano, então, voltaria em novembro de 1991, já como presidente. A missão, desta vez, foi mais difícil, e levou nove anos para a Ferrari voltar ao caminho das vitórias. Contudo, contratações feitas por Montezemolo criaram um time dos sonhos que conquistaria cinco títulos seguidos com a gestão de Jean Todt (contratado em 1993), Michael Schumacher (1996), Ross Brawn e Rory Byrne (1997).

Depois da saída de Schumacher e do início do fim da era Todt na Ferrari, o time ainda conquistou dois títulos de construtores e um de pilotos entre 2007 e 2008, mas vem sofrendo desde então para se acertar. Sem dar as respostas que os chefes da Fiat desejavam e depois da troca de vários membros da equipe técnica e do chefe da equipe, chegou a vez de Montezemolo cair.
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