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Número da sorte para o campeão? Conheça a história do #1 na F1

Lando Norris decidiu seguir a tradição e usará a inscrição em 2026

Ayrton Senna, McLaren MP4-5 Honda, leads Alain Prost, McLaren MP4-5 Honda

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Foto de: Ercole Colombo

Desde 2014, os números da Fórmula 1 passaram a ser fixos e o #1 ficou reservado especialmente para o campeão da temporada anterior, mas se tornou opcional e não obrigatório. Com isso, apenas Sebastian VettelMax Verstappen e, agora, Lando Norris decidiram estampá-lo no 'nariz' do carro.

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Histórico

Nos primeiros anos na F1, os números dos pilotos eram aleatórios - geralmente baseado no dia de inscrição para a temporada ou no alfabeto. Por exemplo, na primeira corrida da história da F1 - 13 de maio de 1950 -, os carros da Alfa Romeo correram com o #1, #2, #3 e #4, isso porque a equipe foi a primeira a apresentar sua inscrição.

Como os contratos eram feitos corrida a corrida, duas semanas depois, em Mônaco, o Automobile Club de Mônaco decidiu usar apenas números pares e os mesmos carros correram com 32, 34 e 36.

Foi apenas em meados de 1973 que a categoria decidiu tomar as rédeas dos números usados no grid. Naquela época, a equipe que vencesse o título de construtores tinha o direito de usar os números #1 e #2.

Isso criou uma situação complicada em 1974, quando Jackie Stewart foi campeão com a Tyrrell, mas o título de construtores ficou com a Lotus. Dessa maneira, Ronnie Peterson é que estampou o #1. No ano seguinte, Emerson Fittipaldi foi o primeiro campeão a usar o número por mérito.

Número da sorte

Com o passar dos anos, carregar o #1 no carro se tornou um símbolo de sorte. Nada menos do que 17 vezes na história, o campeão que usou o número conquistou o título no ano seguinte. Importante ressaltar que a F1 já teve 35 campeões, contando com Lando Norris.

Michael Schumacher é o piloto com o maior número de títulos conquistados usando o numeral. É claro que seu primeiro título foi defendido ainda com o #5 na Benetton, depois ele se tornou bicampeão já com o #1. Na Ferrari, quatro de seus cinco títulos também foram conquistados com o número.

Michael Schumacher, Ferrari F2001

Foto de: Ercole Colombo

Lewis Hamilton nunca conquistou um título sob a inscrição, isso porque ele só pilotou com o #1 em 2009, logo depois de vencer o campeonato na temporada anterior com a McLaren. Na Mercedes, o britânico conquistou seis títulos, mas os fez após 2014, assim, já não era mais obrigado a abrir mão de seu número pessoal - #44.

Mudança de sistema

Entre 1974 até 2014, os pilotos não tinham números fixos e pessoais. O #1 ficava reservado ao campeão da temporada anterior, enquanto seu companheiro de equipe estampava o #2. Os outros números eram decididos de acordo com a ordem do campeonato de construtores.

A mudança no sistema só foi aplicada em 2014, quando os competidores passaram a poder escolher seus próprios números entre o 2 e 99, deixando o 1 reservado exclusivamente para o vencedor.

Atualmente, se um piloto deixa o grid, ele tem seu número reservado por até duas temporadas. Caso ele volte no terceiro ano, ele pode voltar a usá-lo sem grandes problemas. Por exemplo, Daniel Ricciardo tem o #3 guardado até o início de 2027, assim como Logan Sargeant com o #2.

Depois de se inscreverem no mundial uma primeira vez, os pilotos não podiam mais mudar o número que lhe representa. A regra foi mudada para 2026. Agora, os competidores poderão mudar o numeral em seus carros a cada início de temporada.

Por exemplo, Max Verstappen, que deixará de usar o #1, pois Norris foi campeão em 2025, já declarou que pretende deixar o #33 de lado e, talvez, escolher o #3 ou #69 nos próximos meses (apesar do #3 ainda estar reservado para Ricciardo por mais 12 meses).

MARKO FORA da RED BULL, Norris CALA BOCAS, BAND na F1, Max MAIOR e ano de BORTOLETO | TIAGO MENDONÇA

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