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O mistério dos pneus não vai durar muito, garante Hembery

Diretor da Pirelli explica que a única reação inesperada na performance aconteceu na China, com temperaturas abaixo dos 20ºC

Frio na China castigou os pneus

O mistério dos pneus não vai durar muito. Quem garante é Paul Hembery, diretor da fabricante italiana.  O inglês explicou quais os dramas das equipes neste início de ano e defendeu sua borracha: para ele, as únicas quedas inesperadas de performance ocorreram no frio da China; com mais de 20ºC de temperatura ambiente, está tudo como planejado.

“A degradação é uma perda de performance por temperatura, que ocorre essencialmente pelo superaquecimento quando eles são forçados ao máximo. O desgaste é físico, o que, provavelmente, é mais fácil de entender. Os dois estão ligados, mas não necessariamente de maneira paralela.”

De acordo com Hembery, como a grande diferença de performance relacionada à temperatura ambiente se deu quando os termômetros caíram abaixo dos 20ºC, na China, isso só deve se repetir na Grã-Bretanha e na Alemanha.

“Ano passado, víamos que o pneu macio funcionava bem dos 20 até perto de 40 graus. Nesta temporada, quando a temperatura caiu fortemente em Xangai e chegou a menos de 20 graus, isso causou uma perda dramática de performance. Então, provavelmente, há alguma sensibilidade e, dependendo do carro, percebemos que a temperatura do pneu em si era ainda menor, então temos de imaginar que há menos energia sendo colocada naquele pneu.”

Porém, o dirigente acredita que a tendência é que as equipes compreendam melhor seus projetos e sua interação com os pneus e as performances variadas que temos visto se estabilizem, como ano passado.

“Como nossa abordagem foi agressiva, quando o pneu aquece muito, seja por abrasão ou por deslizamento, ele se superaquece. Diminuímos a diferença entre os compostos e os carros também mudaram, e juntando isso temos um início como no ano passado. Porém, essas questões tendem a diminuir ao longo do ano, quando as equipes entenderem melhor seus carros.” 

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