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Para Adrian Newey, novos carros com bicos baixos são perigosos

Projetista da Red Bull lembra de acidentes de Fittipaldi e Patrese: "Temo que um carro entre por baixo do outro"

A mudança dos bicos na Fórmula 1 nesta temporada foi uma solução estudada pela Federação Internacional de Automobilismo para prevenir que um carro seja lançado ao ar caso colida com a traseira de um rival. Porém, para o projetista da Red Bull, Adrian Newey, o efeito pode inclusive ser o contrário.

Com as novas regras, os bicos foram abaixados de 550mm para 185mm em sua seção final. Mas como os projetistas quiseram continuar aproveitando ao máximo o fluxo do ar que passa por baixo do bico, este início de pré-temporada tem sido marcado por soluções pouco estéticas.

E, para Newey, pouco efetivas também no quesito segurança. Em entrevista acompanhada pelo TotalRace em Jerez de la Frontera, onde as equipes fazem os primeiros testes, Newey opinou que está preocupado. “As regras vêm de estudos que mostram que, com o bico rebaixado, a chance de acidentes em que os carros são lançados, como aconteceu com Webber em Valência há alguns anos. Mas temo que ocorra o contrário, que os carros entrem embaixo um do outro. Daí você acabaria com a parte traseira bem na sua cara, o que seria um cenário muito pior.”

Newey lembrou ainda de outro acidente, com Michael Schumacher em Abu Dhabi, em 2010, quando o alemão rodou e colidiu com uma Force India de frente. “Com um bico baixo, seria muito pior.”

Para o projetista, a nova configuração “pode ajudar em alguns cenários, mas piorar em outros. Por isso tenho de admitir que não sou a favor [da mudança].” Newey, inclusive, se recordou de acidentes em que carros com bicos baixos foram arremessados após contato com uma roda traseira, como ocorreu com Ricardo Patrese no GP de Portugal  de 1992 e com Christian Fittipaldi, em Monza, no ano seguinte. “Para mim, possivelmente, [a nova regra] introduziu mais perigo do que curou.”

Relembre as batidas de Patrese e Fittipaldi:

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