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Para Kamui Kobayashi, times grandes “parecem lotados”

Piloto fala sobre seu futuro, sobre como é trabalhar na Sauber e vê semelhanças entre o torcedor inglês e japonês

Kobayashi faz sua segunda temporada completa na F-1

Kamui Kobayashi pode ser japonês, mas tem motivos para se sentir em casa na Inglaterra. Quem garante isso é o próprio piloto da Sauber, que vê muitos paralelos entre os torcedores de seu país e da terra da rainha.

“É muito parecido com Suzuka em relação à torcida. No Japão há muitos fãs, é uma loucura, assim como aqui no Reino Unido. Eles entendem muito de F-1, sobre estratégia, não são fãs corriqueiros.  Você não tem estes fãs na Espanha, por exemplo, porque eles são mais passionais. Os britânicos e os japoneses se aprofundam mais.”

Mesmo com todo esse interesse, Kobayashi não vê montadoras como a Toyota, que lhe apoiou durante algum tempo, e Honda voltando à categoria.
“Não acho que as montadoras vão voltar. Não trabalho para eles, não falo por eles, mas depois de nosso terremoto, não é fácil.”

O japonês espera que o GP em Silverstone seja melhor que o último, em Valência, quando ficou fora dos pontos pela primeira vez no ano.

“Infelizmente, não consegui marcar pontos em Valência. Foi uma corrida difícil para nós. Sabíamos que teríamos dificuldades em Mônaco, Canadá e Valência, mas conseguimos marcar pontos nas duas primeiras. Foi sorte. Aqui deve ser melhor.”

Perguntado se está negociando sua permanência na Sauber, Kobayashi despistou.

“Não falo com ninguém. Quem fala é meu empresário. Estou feliz aqui. Estamos na nona corrida e acho cedo para falar nisso. Os times grandes, Ferrari, Red Bull, McLaren parecem lotados, não há espaço. Nem penso nisso. Tento dar o melhor e ver o que acontece.”

O japonês só pensa em fazer o seu trabalho e deixa as decisões nas mãos dos chefes.

“Tento conseguir os melhores resultados possíveis. Fora isso, não está nas minhas mãos, não é mais meu trabalho. Sobre os contratos é o chefe da equipe quem decide.”

O piloto, que faz sua segunda temporada completa na F-1, elogiou sua equipe, a qual considera um bom lugar para ganhar experiência.

“Acho que a Sauber é a melhor maneira de chegar na F-1 porque não é uma equipe grande, é um time pequeno e privado e Peter Sauber ainda está aqui. Se algo não vai bem, ele fala diretamente comigo e tenho que melhorar. Não tenho escolha. Sempre tive pressão e tive de crescer.”

(Colaborou Felipe Motta, de Silverstone)

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