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Para tentar voltar ao topo, Williams aposta em 'abrasileiramento'

Time de Grove conta com pilotos e patrocínios do país em 2014 e ainda terá combustível brasileiro em 2015

Nove vezes campeã de construtores e sete de pilotos, a Williams é um dos times mais vencedores da história da F1. A equipe de Grove, no entanto, caiu muito nos últimos anos e desde 1997 não sabe o que é conquistar um título na categoria. Para tentar voltar aos bons tempos, Frank e sua filha Claire Williams resolveram apostar no Brasil, país de Nelson Piquet, campeão pelo time em 1987 (e bicampeão de construtores) e de Ayrton Senna, tricampeão mundial que faleceu a bordo de uma Williams, em 1994.

Em 2014, a Williams terá dois pilotos brasileiros em seu elenco, além de fortes patrocinadores oriundos do país. Felipe Massa, piloto titular, correrá com o número 19 e seu xará Felipe Nasr, terceiro piloto do time, participará de cinco treinos livres ao longo do ano. Com os dois, veio o apoio de duas empresas estatais do país: o Banco do Brasil, que acompanha Nasr e a Petrobras, que reedita parceria da década passada.

O início da relação da Petrobrás com a Williams foi em 1998, um ano após o time ser campeão mundial e a parceria durou 11 temporadas, com 10 vitórias, 19 poles e 54 pódios. Em 2014, a estatal brasileira patrocinará a equipe e também desenvolverá o combustível que será usado a partir de 2015.

Mas a forte ligação do time de Frank Williams com o Brasil não é de agora. Ao longo da história, a Williams é a equipe que mais teve brasileiros em seus volantes. Foram sete, contando com Felipe Massa. Antes dele, passaram pelo time José Carlos Pace, Nelson Piquet, Ayrton Senna, Antonio Pizzonia, Rubens Barrichello e Bruno Senna.

“Historicamente, tivemos alguns ótimos pilotos brasileiros em nossa equipe e sempre nos demos bem com eles. Acho que tem a ver com a paixão que as duas partes têm pelo esporte. Então isso faz com que seja um bom encaixe”, explicou Claire Williams ao TotalRace no final do ano passado.
 

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