Pular para o conteúdo principal

Recomendado para você

F1: Audi busca solução para problemas na largada antes da Austrália, diz portal alemão

Fórmula 1
GP da Austrália
F1: Audi busca solução para problemas na largada antes da Austrália, diz portal alemão

Pedro Lima mira pódio na etapa de Aragón da F4 Winter Series

Geral
Pedro Lima mira pódio na etapa de Aragón da F4 Winter Series

Caio Collet disputa em Phoenix primeira corrida em oval na Indy

Indy
St. Petersburg
Caio Collet disputa em Phoenix primeira corrida em oval na Indy

Mobil anuncia entrada na NASCAR Brasil em 2026

NASCAR Brasil
Mobil anuncia entrada na NASCAR Brasil em 2026

GUIA F1: Pilotos, equipes, calendário e o que mais mudou para 2026

Fórmula 1
GUIA F1: Pilotos, equipes, calendário e o que mais mudou para 2026

Abertura da temporada 2026 do WEC no Catar é adiada devido ao conflito no Oriente Médio

WEC
Abertura da temporada 2026 do WEC no Catar é adiada devido ao conflito no Oriente Médio

ANÁLISE: Por que Yamaha deve estar mais preocupada do que aparenta na MotoGP

MotoGP
ANÁLISE: Por que Yamaha deve estar mais preocupada do que aparenta na MotoGP

Norris concorre contra João Fonsenca em 'Oscar do Esporte'; McLaren e Marc Márquez também recebem indicações

Fórmula 1
Norris concorre contra João Fonsenca em 'Oscar do Esporte'; McLaren e Marc Márquez também recebem indicações
Últimas notícias

Para Vettel, chuva e apoio explicam sucesso alemão na F-1

Em 20 anos, país passou de coadjuvante para fábrica de vencedores e hoje tem seis dos 24 pilotos do grid

Glock, Vettel, Schumacher, Heidfeld, Sutil e Rosberg

Sebastian Vettel, Michael Schumacher, Nico Rosberg, Nick Heidfeld, Timo Glock, Adrian Sutil e, nos treinos livres de sexta-feira, Nico Hulkenberg. Há 20 anos, pouca gente imaginaria que a Alemanha – que até então apenas havia tido um piloto vencedor de GP, Wolfgang von Trips – cederia um verdadeiro esquadrão para a Fórmula 1.

Hoje, graças em grande parte à contribuição das 91 vitórias de Schumacher, a Alemanha soma mais triunfos até que o Brasil, que mantém pilotos na ativa ininterruptamente desde 1970.

Mas o que faz os alemães tão bons? Para Sebastian Vettel, que conquistou o oitavo título do país na categoria em 2010, trata-se de um ambiente propício para gerar grandes pilotos.

“As pessoas dizem que somos bons porque em nossas autobans não há limite de velocidade, o que não acho que seja verdade. Chove o tempo todo, assim como na Inglaterra, então temos de aprender a pilotar em condições difíceis.”

Caminhando a passos largos para o bicampeonato aos 24 anos, o alemão reconhece que o sucesso de seu ídolo de infância deu maior visibilidade ao esporte.

“Obviamente, as corridas de carro significam muito para nós na Alemanha. Michael tornou a F-1 em particular muito famosa. Amamos as corridas, amamos os carros – temos muitas grandes montadoras na Alemanha, com muita história.”

Vettel destaca ainda o apoio recebido desde o início da carreira, possibilitando que mesmo crianças como ele, que não vieram de famílias abastadas, consigam se manter no caro mundo do automobilismo.

“Há apoio às crianças desde cedo, tentando ajudá-los porque não é financeiramente fácil praticar o kart. Acho que há uma certa network que ajuda a nos desenvolvermos como pilotos dentro de nosso próprio país e talvez chegar à F-1.”

Artigo anterior Para Barrichello, Vettel não tem motivos para se sentir pressionado
Próximo artigo Barrichello: patrocínio se tornou imprescindível na F-1

Principais comentários

Últimas notícias