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Pilotos se preocupam até com peças reservas quando vão à pista

Bruno Senna revela que atenção de quem está em equipe média é redobrada pois, se bater, muitas vezes não tem conserto

Eles não chegam a escolher como vão bater, mas os pilotos pensam até nas peças de reposição quando vão à pista. Principalmente em equipes médias a pequenas, como bem sabe Bruno Senna, muitas vezes uma simples escapada de pista pode resultar passar o resto do final de semana com uma peça antiga no carro.

“O que você tem que ter cuidado em uma equipe média é que não existem muitas peças. Se você bate o carro, às vezes fica sem peças sobressalentes e terá de usar uma mais velha no seu carro. Esse é o cuidado que você tem de ter”, lembra o brasileiro.

“Você sabe as peças que tem ou não tem [reservas], mas raramente você vai decidir como vai bater. Às vezes existe a chance de decidir que lado vai bater do carro, mas geralmente não dá.”

E isso não é só motivo de preocupação entre as equipes médias e pequenas. Muitas vezes, quando uma peça é novidade, mesmo os times grandes só têm um ou dois exemplares. O caso mais famoso aconteceu no GP da Grã-Bretanha de 2010 na Red Bull: Sebastian Vettel quebrou sua asa dianteira e a equipe usou a que estava com Mark Webber para substituí-la, deixando o australiano insatisfeito. Após vencer a prova, Webber soltaria o famoso “nada mal para um segundo piloto”.

Neste ano, também em Silverstone, Fernando Alonso quebrou a única asa nova que a Ferrari levara para o final de semana e o teste aerodinâmico teve de ficar para depois.

Senna revela que a equipe não cobra o piloto por qualquer erro na pista – desde que não seja grave demais.

“Se você faz uma idiotice, algo que é muito óbvio que foi besteira, é claro que eles não gostam. Não tive muitos incidentes óbvios neste ano – foi um ou outro, coisa de danificar uma asa, algo por que eles não criticam tanto. Agora, quando você bate como aconteceu em Silverstone, eles sabem que, quando aquaplana, não tem o que fazer.”

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