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Pirelli espera menor degradação dos pneus na China

Clima mais frio e asfalto menos abrasivo devem diminuir o desgaste, mas a marca italiana não quer saber de prever o número de paradas para a corrida

GP da China deve ter menos paradas que o da Malásia

A Pirelli espera que seus pneus sofram menos degradação que na Malásia neste final de semana, quando será disputado o GP da China. Correndo sob temperaturas mais amenas, umidade relativa do ar mais baixa e num asfalto menos abrasivo, a tendência, segundo os italianos, é que não vejamos uma corrida como a de Sepang, em que a maioria dos pilotos fez três pit stops.

O diretor esportivo da marca, Paul Hembery, no entanto, não arrisca uma previsão sobre o número de paradas. “Estou impressionado pela maneira como os times aprendem rápido: tenho certeza de que vão encontrar soluções para fazer os pneus durarem mais. Vamos esperar os dados de sexta-feira para ter uma ideia do que acontecerá no domingo”, afirmou, por meio da assessoria de imprensa.

Apesar da expectativa pelo desgaste não ser tão grande, a Pirelli espera que os pneus dianteiros sofram mais, devido aos pontos de frenagem forte.
Assim como na Austrália, os times terão direito a um jogo adicional de pneus duros para os treinos livres de sexta-feira. Serão os mesmos que eles usam normalmente, e não compostos experimentais, como os que foram utilizados na Malásia.

Os compostos disponibilizados continuam sendo o duro e o macio.

Disputado sob condições climáticas complicadas, com uma pancada de chuva no início da prova que fez muita gente correr para os boxes, o GP da China do ano passado bateu o recorde de pit stops entre as sete edições do evento: 67. Para se ter uma ideia, foi mais que o número da corrida da Malásia, que contou com 59 paradas para trocas de pneus.

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