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Pirelli queria o retorno dos pneus de 2012, mas FIA vetou

Entidade só permitiu que os fornecedores mudassem a estrutura do pneu para evitar novos furos como o de Massa no Bahrein

A FIA negou o pedido da Pirelli para voltar a usar os pneus do ano passado a fim de acabar com as reclamações das equipes a respeito das falhas observadas e do alto consumo. A entidade máxima do automobilismo permitiu, apenas, que fossem feitas mudanças na estrutura, para aumentar a segurança, como foi anunciado na semana passada.

O artigo 12.6.3 do regulamento técnico prevê que as mudanças nos pneus só podem acontecer caso todas as equipes concordem e times como a Lotus e a Ferrari já demonstraram publicamente a discordância com as alterações.

Outro artigo, o 12.5.2, dá liberdade para que a FIA peça ao fornecedor que mude sua especificação caso ela seja considerada “tecnicamente imprópria”, mas a entidade não considerou que este fosse o caso.

Assim, as mudanças mais radicais propostas pela Pirelli não foram aceitas, e apenas a alteração na estrutura, para evitar a ocorrência de novos pneus dechapados, como ocorreu com Lewis Hamilton e Felipe Massa no Bahrein e Paul di Resta, na Espanha.

Assim, a responsabilidade da Pirelli é tornar o pneu mais resistente a esse tipo de falha, relacionada ao superaquecimento, sem influenciar em demasia na performance. Segundo uma porta-voz da marca italiana, isso não será difícil. “Estamos tentando encontrar a melhor solução que cause a menor mudança possível. Esperamos que isso leve a três paradas e que previna que os pneus dechapem, o que não é uma questão de segurança, mas não é bom para a imagem.”

Mesmo sem mudanças nos compostos, não se acredita que haverá outras corridas com quatro paradas, como a última, na Espanha, pois não há mais circuitos que forcem tanto o pneu no calendário daqui em diante. Apenas a pista de Suzuka, no Japão, exerce forças tão grandes quanto os circuitos de Malásia, Bahrein e Espanha.

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