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Pneus causam surpresas durante as provas, admite Brawn

Em Mônaco, por exemplo, Alonso ficou com a impressão de que poderia ter ganho caso retardasse sua parada

Alonso acredita ter parado no momento errado

 

No GP de Mônaco, a durabilidade dos supermacios e a dificuldade de aquecimento dos macios pegou muita gente de surpresa e inclusive deixou Fernando Alonso com a sensação de que uma vitória era possível. De acordo com Ross Brawn, considerado um dos maiores especialistas em estratégia na F-1, esse tipo de ‘descoberta’ durante as provas tem sido comum: as equipes muitas vezes são surpreendidas pelo rendimento dos pneus durante as corridas.

“É verdade que você não sabe ao certo o que acontecerá na corrida, mesmo se tiver feito seu trabalho nos treinos livres. Você tem de estar preparado para reagir pelo que vê durante a prova. Às vezes os pneus não duram tanto quanto esperava, às vezes eles são mais consistentes. Então é necessário ter a capacidade de desenvolver sua estratégia no pitwall.”

Para o chefe da Mercedes, isso é positivo. “Acho que os sinais são relativamente claros em termos de tempos de volta e degradação. Acho que esses pneus tornaram a estratégia mais interessante de várias maneiras, e também mais relevante.”

Um grande exemplo dessas surpresas que acontecem durante as provas ocorreu no GP de Mônaco. Na volta anterior a sua única parada nos boxes, Fernando Alonso, livre do tráfego de Lewis Hamilton, marcou, de longe, os melhores setores da corrida até aquele momento. Após a prova, o espanhol ficou com a impressão de que, tivesse continuado na pista, poderia superar até Mark Webber, que já havia parado e não tinha um bom ritmo com os macios.

“Definitivamente poderia ter vencido, mas ninguém previa os problemas com o aquecimento dos pneus macios. A temperatura, as condições de pista, seja o que for, fizeram com que o macio não fosse tão rápido logo de cara. Mas quando os demais ao nosso redor pararam, você tem de tomar uma decisão. Da mesma maneira que ninguém previu que na volta 30 o supermacio faria melhores setores da corrida. Sabendo agora o que Sebastian fez [permaneceu 45 voltas com o macio] e nosso tempo de volta naquele momento, certamente poderíamos ter passado Nico e Mark.”

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