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Presidente da FIA promete equilíbrio de motores na F1

Jean Todt está confiante na busca da igualdade de forças de desempenho das unidades de energia

Sebastian Vettel, Scuderia Ferrari
Carlos Slim Domit, Chairman of America Movil with Jean Todt, FIA President and Christian Horner, Red Bull Racing Team Principal
Jean Todt, FIA President
?Enrique Pena Nieto, Mexican President and Jean Todt, FIA President
Jean Todt, FIA President
Jean Todt, FIA president
Jean Todt, FIA President

Uma das maiores preocupações em ter um motor alternativo de baixo custo para as equipes que têm dificuldades, seria a certeza de que seria justo em relação à performance dos atuais V6.

Jean Todt, presidente da FIA, falou sobre o assunto, comparando as unidades de potência do World Endurance Championship, o WEC.

"É claro que vamos nos certificar de manter o equilíbrio de performance, sabemos que podemos conseguir isso. O WEC é um exemplo disso."

"Você tem nesse momento três fabricantes que estão competindo com três motores diferentes - um com turbo charged que é o da Toyota, um diesel da Audi e um outro híbrido de quatro cilindros, que é o da Porsche. Isso funciona." 

Apoio

Conseguir entregar este motor e garantir uma competição equilibrada, deixou Todt confiante que as equipes apoiarão a ideia.

"Neste momento é uma consulta, se eles disserem que querem, nós damos prosseguimento além da consulta", disse.

"Vamos propor na próxima reunião do Grupo de Estratégia e estamos bastante otimistas de que votarão a favor."

Quando perguntado sobre um possível veto da Ferrari, Todt respondeu:"O veto é como você ter uma arma no bolso. Você deve ter cuidado com a maneira de usá-la. O importante é ver a reação das pessoas quando ouvirem sua proposta."

"Mais uma vez, o direito de veto da Ferrari é um direito histórico, ele tem que ser demonstrado caso seja contra seus interesses."

Todt sugeriu, no entanto, que o plano de motor alternativo poderá ser suspenso se os fabricantes concordarem em fornecer unidades que custarão 12 milhões de euros por temporada.

"Se não pudermos chegar a esta solução (de um limite de 12 milhões) precisamos ter outra, porque caso contrário, as equipes poderão ir à falência."

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