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Última reunião do Conselho Mundial do Esporte a Motor em 2025 trouxe mudanças que passam a valer já para o próximo ano

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O Conselho Mundial do Esporte a Motor da FIA se reuniu uma última vez em 2025 no Uzbequistão, onde será realizado o Gala da FIA nesta semana,  para a aprovação de uma série de mudanças nos regulamentos das categorias sancionadas pela Federação, com impacto imediato para Fórmula 1.

Leia também:

A primeira grande mudança teve como objetivo simplificar a estrutura regulatória da principal categoria do automobilismo mundial, sendo unificada em um único documento com seis seções diferentes:

  • Seção A: Disposições regulamentares gerais
  • Seção B: Regulamento Desportivo
  • Seção C: Regulamentos Técnicos
  • Seção D: Regulamentos financeiros (para equipes)
  • Seção E: Regulamentos financeiros (para fabricantes de motores)
  • Seção F: Regras operacionais.

A criação da "Seção A" é a principal inovação deste novo modelo, com os artigos desta parte sendo responsáveis por garantir a consistência e o diálogo entre as demais, evitando contradições e dispositivos dúbios.

Para além disso, o documento traz diversas pequenas mudanças no regulamento desportivo, agora combinado como a "Seção B". As novidades, válidas para 2026, são essas:

  • As restrições ao uso de pneus slick durante a classificação sprint (médios no SQ1/SQ2 e macios no SQ3) não serão mais suspensas quando parte dessa sessão for declarada com pista molhada;
  • O número máximo de funcionários nas garagens das equipes para 2026 será temporariamente aumentado para 60, a fim de garantir que elas possam operar com eficácia a nova geração de carros;
  • Os procedimentos para suspensão e retomada de corridas foram simplificados;
  • Confirmação de que a pré-temporada de 2027 será composta apenas por um único teste (contra três em 2026);
  • As especificações dos carros utilizados para testes de pneus realizados fora dos GPs foram modificadas devido à mudança de geração para 2026;
  • Os TL1s em finais de semana com corrida sprint poderão ser estendidos caso uma bandeira vermelha seja acionada, garantindo aos competidores tempo suficiente de pista;
  • Foram realizadas atualizações em relação ao uso de elementos aerodinâmicos ajustáveis pelo piloto (SLM - 'Modo de Linha Reta' - ou CM - 'Modo Curva'). Estas mudanças foram feitas para garantir conformidade com o regulamento técnico, finalizando detalhes relativos ao uso do SLM em diversos cenários.

Para além das mudanças específicas ao regulamento da F1, a FIA surpreendeu ao anunciar uma mudança na distribuição de pontos na superlicença para os pilotos da Indy. Ao longo dos últimos anos, a Federação era muito criticada por dar pouco valor à categoria norte-americana, que valia uma pontuação menor que categorias como as Fórmulas 2 e 3. 

Por causa disso, em 2026 veremos Colton Herta trocando a Indy pela F2 em busca da pontuação necessária na superlicença para correr pela Cadillac no futuro, já que a equipe norte-americana tem Valtteri Bottas e Sergio Pérez em contratos plurianuais.

Até a temporada de 2025, o top 10 na classificação final do campeonato recebiam pontos para a superlicença, com a seguinte alocação: 40-30-20-10-8-6-4-3-2-1. A partir de 2026, essa escala passa a ser de: 40-30-25-20-15-10-8-6-3-1.

MARKO FORA da RED BULL, Norris CALA BOCAS, BAND na F1, Max MAIOR e ano de BORTOLETO | TIAGO MENDONÇA

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