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Red Bull ameaça sair da F1 se não tiver motor igual ao da Ferrari

Empresa de energéticos ameaça tirar suas duas equipes da categoria se não tiver paridade garantida e puder disputar o título

Kimi Raikkonen, Ferrari SF15-T e Daniel Ricciardo, Red Bull Racing RB11 disputam posição
Daniel Ricciardo, Red Bull Racing RB10 e Kimi Raikkonen, Ferrari F14-T
Dietrich Mateschitz, CEO e fundador da Red Bull
Daniel Ricciardo, Red Bull Racing com Dr Helmut Marko, consultor Red Bull Motorsport
Vencedor Sebastian Vettel, Ferrari
Sebastian Vettel, Ferrari SF15-T
Pódio: Sebastian Vettel, Ferrari, Daniel Ricciardo, Red Bull Racing, e Kimi Raikkonen, Ferrari
Kimi Raikkonen, Ferrari SF15-T
Sebastian Vettel, Ferrari SF15-T
Sebastian Vettel, Ferrari, e Daniel Ricciardo, Red Bull Racing
Sebastian Vettel, Ferrari SF15-T
Coletiva de imprensa: Pole Sebastian Vettel, Ferrari, segundo Daniel Ricciardo, Red Bull Racing, terceiro Kimi Raikkonen, Ferrari

Enquanto o chefe da equipe, Christian Horner, fala da evolução positiva nas negociações com a Ferrari para conseguir um acordo para 2016, o dono da empresa de bebidas energéticas, Dietrich Mateschitz, deixou claro nesta terça-feira (22) que, mesmo conseguindo um acordo, a permanência do time na F1 está longe de estar confirmada.

De fato, em um editorial escrito no site Speedweek - propriedade da Red Bull - sugere que Mateschitz e seu conselheiro, Helmut Marko, estão chegando perto de tomar a decisão de não continuar correndo na F1 a menos que certas garantias sejam cumpridas.

Embora não tenha havido citações diretas nem de Mateschitz nem de Marko, o artigo em uma plataforma de mídia controlada pela Red Bull indica aprovação clara da postura.

A fabricante de bebidas energéticas tem usado a Speedweek neste ano para passar suas mensagens.

Saída da F1

O artigo diz: "Aqueles que escutaram atentamente o que o chefe da Red Bull, Dietrich Mateschitz, e seu consultor de esportes a motor, o Dr. Helmut Marko, disseram recentemente, poderão interpretar montando um cenário claro: a Red Bull Racing e a Scuderia Toro Rosso vão sair da Fórmula 1 após a temporada de 2015."

Em referência à perspectiva de um acordo cliente com uma fábrica de motores, o artigo acrescentou: "A Red Bull não quer ter motores de clientes que têm de 30 a 40 cv a menos e possam ser manipulados pelo construtor no caso de a equipe cliente colocar em risco a equipe de fábrica."

A mensagem foi clara: "A Red Bull continua na Fórmula 1 apenas se a Ferrari estiver disposta a fornecer verdadeiros motores de fábrica, no mesmo nível dos de Sebastian Vettel e Kimi Raikkonen."

Clientes não

Mateschitz foi claro desde o início do ano que a Red Bull não continuaria na F1 com um motor cliente.

As esperanças de um acordo com a Mercedes acabaram, e as negociações com a Ferrari ainda não chegaram a um desfecho. Naturalmente, não há nenhuma garantia de que a fábrica italiana vá querer fornecer à Red Bull as mesmas unidades de potência de seus carros.

No artigo da Speedweek, Mateschitz foi citado dizendo: "Como equipe cliente, você só tem um motor bom o suficiente para tirar pontos dos seus rivais imediatos. Mas este motor nunca será bom o suficiente para bater a equipe de fábrica.”

"Com esse motor cliente nunca vamos ser campeões do mundo novamente. Se esse for o caso, perdemos o interesse."

Toro Rosso sai também

Embora as preocupações da Red Bull de não conseguir lutar pelo campeonato com um motor cliente não sejam tão relevantes para a Toro Rosso, Mateschitz disse também não vê nenhum sentido em manter sua segunda equipe no grid.

Ele acrescentou: "Uma saída parcial, com Toro Rosso ficando na F1, não está em questão agora também.”

"Por que a Red Bull deveria desenvolver talentos como Verstappen e Sainz quando não há possibilidade de dar a eles a chance de seguir os passos de Vettel, Ricciardo e Kvyat?"

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