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Red Bull: carro de Ricciardo tinha 25% menos potência

Horner enaltece capacidade do australiano em segurar pressão ao ter que administrar freios e pneus de seu carro

Daniel Ricciardo, Red Bull Racing RB14, leads Sebastian Vettel, Ferrari SF71H
Daniel Ricciardo, Red Bull Racing RB14
Daniel Ricciardo, Red Bull Racing RB14, leads Sebastian Vettel, Ferrari SF71H
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Daniel Ricciardo, Red Bull Racing RB14 leads Sebastian Vettel, Ferrari SF71H
Daniel Ricciardo, Red Bull Racing RB14
Daniel Ricciardo, Red Bull Racing RB14
Daniel Ricciardo, Red Bull Racing RB14
Race winner Daniel Ricciardo, Red Bull Racing celebrates in parc ferme with Christian Horner, Red Bull Racing Team Principal, Dr. Helmut Marko, Red Bull Motorsport Consultant and Adrian Newey, Red Bull Racing
Daniel Ricciardo, Red Bull Racing RB14, leads Sebastian Vettel, Ferrari SF71H, Lewis Hamilton, Mercedes AMG F1 W09 and Valtteri Bottas, Mercedes AMG F1 W09
Daniel Ricciardo, Red Bull Racing RB14 leads at the start of the race
Daniel Ricciardo, Red Bull Racing RB14, leads Sebastian Vettel, Ferrari SF71H, Lewis Hamilton, Mercedes AMG F1 W09 and Sebastian Vettel, Ferrari SF71H

A Red Bull revelou que Daniel Ricciardo venceu o GP de Mônaco com um carro que tinha 25% menos potência ao sofrer uma falha no MGU-K no início da corrida.

Ricciardo deixou claro pelo rádio durante a corrida que vinha sofrendo com falta de potência nas retas, o que permitiu que seu rival mais próximo, Sebastian Vettel, se aproximasse.

Contudo, depois de se manter firme na ponta e vencer, o chefe da Red Bull, Christian Horner, enalteceu a performance de Ricciardo, já que deixou claro o quão difíceis as coisas foram para o australiano. 

“Ele perdeu cerca de 25% de potência do motor”, disse Horner à emissora inglesa Sky Sports. “E depois, devido à forma com que esses motores trabalham, as temperaturas dos freios traseiros estavam indo lá para cima.”

“Vimos isso com Lewis Hamilton e Nico Rosberg há alguns anos, em Montreal [2014].”

“Ele teve de refrescar seus freios, refrescar o carro e tirar o pé para fazer isso. Ele teve Sebastian Vettel fungando em seu cangote. Ele não podia cometer um erro, não podia travar as rodas.”

“Ele teve de lidar com todas as mudanças nos botões e com todas as coisas que teve de administrar. E ele conseguiu com maestria. Ele foi o cara mais calmo hoje.”

Quando um MGU-K enfrenta problemas, isso resulta não só na perda de 160 cv que o sistema entrega, mas também tem impacto nos freios.

O MGU-K é carregado pela energia cinética dos freios traseiros, então, quando ele falha, sua resistência vai embora, o que significa que os freios traseiros trabalham de forma mais intensa e possuem risco de superaquecer.

Além disso, os pilotos precisam depender mais da potência de seu motor em vez da energia recuperada, o que também influencia no consumo do combustível.

Ricciardo, então, teve de usar só seis marchas, já que sabia que não tinha potência suficiente para subir para a sétima.

“Foi inacreditável. Ele não iria abrir mão dessa corrida neste fim de semana. Ele foi o mais rápido em todas as sessões. Ele perdeu o MGU-K com 17, 18 voltas de corrida, e isso representa 2s5 por volta.”

“Depois, a temperatura dos freios fica fora de controle, o combustível, a temperatura de pneus vão lá em cima. E ele conseguiu administrar tudo como se estivesse passeando em um domingo.’

“Me diziam que ele precisaria abandonar o carro depois de uma ou duas voltas. Eu disse ‘olhem, estamos na liderança do GP de Mônaco. Vamos continuar’.”

“Movendo os botões para lá e para cá, guiando, economizando combustível, economizando freios, pneus, perguntando o que estava acontecendo com os pneus de Max [Verstappen] e tudo mais. Ele guiou uma corrida inacreditável.”

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