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Renault: motores híbridos não são bons para espetáculo da F1

Diretor da empresa na categoria é crítico quanto a regras atuais mas lembra: “regulamentos híbridos são importantes”

Renault logo no motor da Red Bull Racing RB10
Cyril Abiteboul, diretor da Renault Sport F1
Daniel Ricciardo, Red Bull Racing RB11
Renault Sport
Renault Sport
Daniil Kvyat, Red Bull Racing RB11
2015 Renault Energy F1 motor
2015 Renault Energy F1 motor

Após ser uma das vozes mais ativas à favor de uma era turbo-híbrida na Fórmula 1, a Renault diz que os novos regulamentos técnicos, em vigor desde 2014, talvez tenham sido radicais demais para a categoria.

Diretor-gerente da Renault F1, Cyril Abiteboul admite que os motores atuais podem não ser o melhor caminho a ser seguido pelo esporte.

"Os regulamentos híbridos são importantes, não apenas para a Renault, mas a qualquer fabricante de automóveis", disse ele. "Se você olhar para a linha de produtos futuristas da maioria das marcas, você vai ver elementos híbridos em todos os carros.”

"Se você me perguntar sobre esse conjunto particular de regulamentos e o quanto eles são importantes, não serei indiferente. Não estou completamente convencido de que temos regulamentos de motores completamente aptos para o modelo moderno da F1.”

"Estou falando pelo show, pelo custo ao fabricante, pelo preço para as equipes e também pelo ruído e a facilidade de manutenção. E por aí vai.”

"Além disso, há muitos elementos esportivos associados, como o sistema de tokens - que é extremamente confuso - e o sistema punições - que é extremamente confuso. Não acho que temos algo brilhante.”

"Tendo dito isso, nós precisamos melhorar o que precisa ser melhorado ou tentar chegar a algo completamente novo? Eu não estou muito certo.”

"O problema é quando tentamos chegar a algo completamente novo, que está tentando ser um avanço em comparação ao que tínhamos antes, mas não é necessariamente brilhante.”

"O normal é a evolução após essas mudanças radicais. É muito difícil prever qual será o efeito de uma mudança radical. Mas estamos completamente abertos a mudanças nos regulamentos."

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