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Rivais também tiveram problemas com sensor, mas seguiram FIA

Novo sistema que mede o fluxo de combustível vem dando dor de cabeça desde a pré-temporada

A Red Bull não foi a única equipe que sofreu com o sensor homologado pela Federação Internacional de Automobilismo para medir o fluxo de combustível e garantir que os carros não consumissem mais do que os 100kg/h permitidos por regulamento.

O time acabou punido com a exclusão do segundo colocado Daniel Ricciardo por superar “por várias vezes” o limite de fluxo, mas decidiu apelar da decisão por não concordar com as medições da FIA.

Assim como os tetracampeões do mundo, os rivais observaram diferenças entre a medição fornecida pelo sensor da FIA e seus próprios equipamentos. Porém, decidiram manter seu fluxo em um nível aceitável para a medição oficial. Para algumas equipes, isso significou diminuir o fluxo – e, consequentemente, perder potência – para assegurar que estariam dentro das regras.

Segundo a fornecedora do equipamento usado pela FIA< a Gill Sensors, 92% de suas medições têm 99.75% de precisão. Porém, os times têm enfrentado alguns problemas para calibrar o sistema desde sua implementação, nos testes de pré-temporada.

O chefe da Ferrari, Stefano Domenicali, afirmou após o GP da Austrália que os times “precisam confiar no fato que a esta situação está bem administrada pela FIA e que isso encerra a questão. Temos a entidade para fazer seu trabalho e tenho certeza de que isso não será um problema.”

Já o comandante da Mercedes, Toto Wolff, acredita que os problemas iniciais fazem parte do aprendizado e que FIA e equipes precisam se ajudar. “Os sistemas têm de trabalhar em conjunto”, defendeu. “A FIA está controlando o fluxo de combustível e checando com todos os times, e é uma questão de aprendizado. É um sistema de medição da FIA, que precisa ser integrado aos carros.”
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