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Carlos Sainz Jr. reconhece que reclamar via rádio se tornou comum na Fórmula 1 porque é meio "mais fácil e direto" de ultrapassar

Carlos Sainz Jr., Scuderia Toro Rosso STR11, Fernando Alonso, McLaren MP4-31
Carlos Sainz Jr., Scuderia Toro Rosso STR11
Carlos Sainz Jr., Scuderia Toro Rosso STR11
Fernando Alonso, McLaren F1
Carlos Sainz Jr., Scuderia Toro Rosso
Carlos Sainz Jr., Scuderia Toro Rosso STR11
Carlos Sainz Jr., Scuderia Toro Rosso STR11
Carlos Sainz Jr., Scuderia Toro Rosso STR11, Fernando Alonso, McLaren MP4-31, Jenson Button, McLaren MP4-31
Carlos Sainz Jr., Scuderia Toro Rosso STR11
Carlos Sainz Jr., Scuderia Toro Rosso STR11

O ponto que mais chamou a atenção de todos no GP do México foi a conversa de rádio entre Sebastian Vettel e a Ferrari após o incidente entre o alemão e Max Verstappen na disputa pela terceira posição.

Vettel, furioso, queria que o holandês cedesse a posição e ofendeu diretamente tanto o piloto da Red Bull quanto Charlie Whiting, diretor de prova da categoria - após a prova, Verstappen foi punido e o ferrarista chegou a subir ao pódio, antes de ser punido por outro incidente: ter se movido na freada em uma disputa com Daniel Ricciardo, que ficou com o terceiro lugar no fim.

Carlos Sainz Jr., que se envolveu em um incidente com Fernando Alonso na curva 3, foi punido após o piloto da McLaren esbravejar no rádio e, além de não ter se incomodado com a atitude do compatriota, reconheceu que reclamações via rádio têm se tornado comuns na Fórmula 1.

"Você pode reclamar no rádio sempre. Eu provavelmente teria feito o mesmo, aberto o rádio e pedido uma punição - é o meio mais fácil e direto de ultrapassar, todos fazemos isso", disse.

"Eu realmente não me importo, acho que todos nós ficamos empolgados demais com os rádios, então não o culpo por isso. Apenas acho que a punição dada pelos comissários foi dura demais", afirmou.

Punições no modo "loteria" e crítica a abordagens diferentes

O piloto da Toro Rosso criticou a falta de consistência dos comissários de prova, dizendo que muitos pilotos escapam de punições executando manobras mais perigosas.

"Ouvi dizer que muitos estão reclamando e não há punições. É complicado quando eles julgam cada uma de um jeito - você ser punido ou não acaba virando loteria. Claro, se coloquei Fernando em uma situação perigosa, peço desculpas. Mas é uma corrida, é a primeira volta. Não vou ceder nenhuma posição de graça", disse.

"Parece que tivemos muitas situações bastantes semelhantes ao que vivi com Fernando e nenhuma punição foi aplicada. É isso que a F1 precisa entender - se vai analisar um acidente de cada vez ou se vai fixar uma regra, como no caso da mudança de direção nas freadas", observou.

"Eu não sei, hoje em dia é muito difícil saber o que vai acontecer quando você executa certo movimento, se você será punido ou não", completou.

Reportagem adicional por Luis Ramirez

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