Pular para o conteúdo principal

Recomendado para você

F1: Desenvolver novo carro foi como "montar um avião durante o voo", explica Stella

Fórmula 1
Fórmula 1
F1: Desenvolver novo carro foi como "montar um avião durante o voo", explica Stella

Pedro Lima anota top 5 em treino da F4 Winter Series no Algarve

Geral
Geral
Pedro Lima anota top 5 em treino da F4 Winter Series no Algarve

ANÁLISE: Como a Ducati 'mandou um recado' aos rivais no teste de Sepang da MotoGP

MotoGP
MotoGP
Pré-temporada de Sepang
ANÁLISE: Como a Ducati 'mandou um recado' aos rivais no teste de Sepang da MotoGP

F1: Por que velocidade de aproximação não é mais uma grande preocupação em 2026

Fórmula 1
Fórmula 1
F1: Por que velocidade de aproximação não é mais uma grande preocupação em 2026

Programação da Globo para os testes no Bahrein da F1

Fórmula 1
Fórmula 1
Programação da Globo para os testes no Bahrein da F1

Jacoby disputa etapa de Abu Dhabi da ALMS em busca do título

Endurance
Endurance
Jacoby disputa etapa de Abu Dhabi da ALMS em busca do título

Chefe, diretores, engenheiros... conheça os principais nomes das equipes da F1 em 2026

Fórmula 1
Fórmula 1
Chefe, diretores, engenheiros... conheça os principais nomes das equipes da F1 em 2026

STJ nega habeas corpus e ex-Fórmula Delta que agrediu adolescente segue preso

Geral
Geral
STJ nega habeas corpus e ex-Fórmula Delta que agrediu adolescente segue preso

Band, Sauber, carro efeito solo: as cinco "despedidas" da F1 no GP de Abu Dhabi

Última etapa da temporada 2025 tem como foco a briga pelo título, mas marca também vários adeus (ou até breve) para a categoria

Nico Hulkenberg, Sauber

O GP de Abu Dhabi de Fórmula 1 deste domingo (06) marca o capítulo derradeiro da disputa entre Lando Norris, Oscar Piastri e Max Verstappen pelo título de 2025. Mas a passagem da principal categoria do automobilismo mundial pelo circuito de Yas Marina traz também outros encerramentos de ciclos e despedidas.

Leia também:

Motorsport.com separou para você cinco despedidas para ficar de olho na prova deste domingo, para além da decisão do título.

Gabriel Bortoleto, Sauber

Gabriel Bortoleto, Sauber

Foto de: Guido De Bortoli / LAT Images via Getty Images

Sauber sai de cena após mais de 30 anos para virar Audi

A bandeira quadriculada do GP de Abu Dhabi marca o fim de uma história de mais de três décadas na F1. A Sauber se despede oficialmente da categoria para se tornar Audi a partir de 2026, com a montadora alemã comprando 100% das ações da equipe suíça.

A origem da equipe de Peter Sauber, nos anos 1970, está nas corridas de carros esportivos, passando um período nos anos 80 como equipe oficial da Mercedes no Campeonato Mundial de Carros Esportivos, precursor do WEC.

Sua chegada na F1 se deu em 1993, com o nome de Team Sauber Formula 1. Com uma dupla formada por JJ Letho e Karl Wendlinger, a Sauber conseguiu seus primeiros pontos no Mundial logo em sua estreia, com Letho terminando em quinto no GP da África do Sul, a caminho de terminar sua temporada com a sétima posição no Mundial de Construtores.

A partir dali, a Sauber criou uma bela história dentro da F1, sendo uma resistente da era das garagistas em meio ao entra e sai das montadoras, o boom de popularidade da categoria e o subsequente aumento no valor de mercado das equipes. 

Mas a oferta da Audi foi boa demais para resistir. Inicialmente, a Audi faria apenas uma compra parcial das ações da Sauber. Porém, em meio aos rumores de que abandonaria a F1 antes mesmo de entrar, a marca alemã resolveu adquirir 100% da equipe para provar seu comprometimento com o programa.

Para evitar perder as concessões de uma nova entrada na F1, a Audi se manteve afastada oficialmente as operações da Sauber, que pôde manter seu nome até o fim da temporada de 2025, antes de assumir oficialmente o comando a partir de 2026.

Com isso, o GP de Abu Dhabi marca o fim da trajetória de uma equipe que deixou seu nome na história da F1. Foram 28 temporadas no grid, somando uma vitória, com Robert Kubica em 2008, uma pole position, 28 vitórias e o vice-campeonato de equipes em 2007. Agora, o time de Hinwil segue seu caminho na categoria com o nome de Audi, mantendo sua dupla para 2026, com Gabriel Bortoleto e Nico Hulkenberg.

 

A polêmica decisão da Renault de encerrar seu programa de motores

O GP de Abu Dhabi marca também a despedida de um clássico nome da F1. Após dois anos complicados, a Renault tomou a decisão de encerrar seu programa de motores na categoria, encerrando, pelo menos por enquanto, uma história que durou quase meio século, entre idas e vindas.

A decisão, tomada pelo chefe Flavio Briatore com o ok do então CEO da Renault Luca de Meo, veio como um choque para o paddock da F1. Apesar disso, o grupo francês mantém sua ligação com a categoria através da equipe Alpine, que passa a ser cliente da Mercedes a partir do próximo ano.

Por enquanto, a Renault soma 774 GPs disputados como fornecedora de motores, com 169 vitórias, 213 pole positions, 465 pódios, além de 11 títulos de pilotos e 12 de construtores. A história da Renault na F1 mostra, porém, que isso provavelmente não é um "adeus", mas sim um "até logo".

Yuki Tsunoda, Red Bull Racing Team

Yuki Tsunoda, Red Bull Racing Team

Foto de: Dom Gibbons / LAT Images via Getty Images

Tsunoda perde vaga no guarda-chuva da Red Bull

Após cinco temporadas, Yuki Tsunoda pode realizar neste domingo sua última corrida como piloto de F1. O japonês, que estreou em 2021 pela então AlphaTauri, começou 2025 na Racing Bulls, antes de ser promovido à Red Bull a partir do GP do Japão, em uma troca com Liam Lawson.

A expectativa em torno da estreia do japonês era grande após um bom campeonato em 2024, mas o que se viu foi uma performance bem distante da de seu novo companheiro, Max Verstappen. Na chegada à Abu Dhabi, o holandês é o segundo colocado no Mundial, com 396 pontos, enquanto Tsunoda é apenas o 15º, com 33.

A performance abaixo do esperado fez com que Tsunoda passasse a ser cada vez mais questionado dentro do guarda-chuva da Red Bull, e a resposta definitiva veio mais cedo nesta semana: ele será substituído na equipe principal por Isack Hadjar, enquanto Lawson e Arvid Lindblad formarão a dupla da RB.

Para Tsunoda, restará apenas uma posição como terceiro piloto da Red Bull. Não é o fim do caminho para o japonês, que eventualmente pode retornar à categoria, como foi o caso com Daniel Ricciardo. Mas, sejamos sinceros, o caminho parece ser mais difícil.

Max Verstappen, Red Bull Racing

Max Verstappen, Red Bull Racing

Foto de: Mark Thompson / Getty Images

Fim dos polêmicos carros com efeito solo e do DRS

A geração atual de carros da F1 não caiu no gosto de todos. Introduzido em 2022, o novo regulamento teve como destaque o retorno do efeito solo, que havia desaparecido da categoria no final dos anos 1980. A expectativa era de criar um cenário mais favorável para as disputas em pistas mas, o que se viu, foi um cenário bastante diferente.

A primeira polêmica deste novo regulamento foi o porpoising. Basicamente, o efeito solo 'chupava' os carros para baixo antes de jogá-los com força para cima, criando um efeito de "quique". O porpoising dominou o debate técnico da categoria pela maior parte de 2022, enquanto as equipes buscavam soluções para evitarem o fenômeno.

Com os quiques no passado, o que se viu foi uma repetição do passado. Os objetivos iniciais, carros com menor geração de ar sujo, mais fácil de serem perseguidos, permitindo mais disputas em pista, não foram cumpridos e, com o passar dos anos, se tornaram tão difíceis de serem ultrapassados quanto a geração anterior.

Agora o mundo aguarda com grande expectativa a nova geração, com promessa de carros menores, mais leves, menos dependente dos dispositivos aerodinâmicos e sem o efeito solo, prometendo, mais uma vez, disputas mais próximas.

E, junto com o novo regulamento, temos também o fim do DRS. O Sistema de Redução de Arrasto foi introduzido na F1 em 2011 como forma de facilitar as ultrapassagens, graças à adição de uma abertura na asa traseira que permitia aos carros aumentarem sua velocidade máxima nas retas.

Mas, com o modelo de 2026, a "asa móvel" não estará mais presente, sendo substituída por um "modo de ativação manual do motor", que liberará um aumento temporário de potência híbrida. Essa ativação deve ser permitida apenas quando um carro estiver a menos de 1s do outro, ocupando o espaço deixado pelo DRS.

Equipe de Fórmula 1 da Band

Equipe de Fórmula 1 da Band

Foto de: Divulgacao

Fim da segunda passagem da F1 pela Band

Após cinco anos, a F1 voltará ao Grupo Globo em 2026, encerrando uma passagem de muito sucesso pela Band. Neste período, o grupo paulista deu tratamento de luxo à categoria, sendo o carro-chefe de sua programação esportiva.

Com um grupo formado pelo narrador Sérgio Maurício, os comentaristas Reginaldo Leme, Felipe Giaffone e Max Wilson, além da repórter Mariana Becker, a Band trouxe uma F1 mais "humana" ao público brasileiro, abrindo mais espaço para comentários e entrevistas, visto nas coberturas dos grandes grupos de mídia da Europa, como a Sky Sports.

Max MATADOR, Norris na VANTAGEM e Piastri SEM NADA A PERDER: Tudo da DECISÃO da F1! Com FELIPE MOTTA

Ouça versão áudio do Podcast

 

ACOMPANHE NOSSO PODCAST GRATUITAMENTE:

Faça parte do nosso canal no WhatsApp: clique aqui e se junte a nós no aplicativo!

Artigo anterior F1: Horários, previsão do tempo e como assistir ao domingo de corrida no GP de Abu Dhabi, final da temporada 2025
Próximo artigo F1: Por que pneus podem decidir título entre Verstappen e as McLarens?

Principais comentários

Últimas notícias