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"Se você não for rápido, não vencerá", simplifica Raikkonen

Finlandês não vê muita diferença entre o modelo atual das corridas e a Fórmula 1 de dez anos atrás

Se tem um piloto alheio a toda a briga sobre pneus é Kimi Raikkonen. Pilotando o carro que melhor cuida dos Pirelli, o finlandês fez, nas cinco primeiras etapas, uma média de 2,6 paradas por prova, ficando dentro da previsão da fábrica italiana, que quer ver entre duas e três trocas por GP. Para efeito de comparação, o líder da tabela, Sebastian Vettel, tem média de 3,4 pit stops por prova até aqui.

Para Raikkonen, que faz sua 11ª temporada na Fórmula 1, o modelo de disputa atual não é muito diferente do que quando começou na categoria. Afinal, sempre era preciso economizar algo e a estratégia sempre foi importante.

“Acho que sempre dependeu muito da estratégia. As coisas mudaram um pouco nos últimos anos, mas os pilares principais continuam os mesmos: se você não for rápido, não estará na pole nem vencerá corridas. Não acho que as corridas há 10 anos eram muito diferentes.”

Se há alguma diferença, para o finlandês, é no aumento das possibilidades para quem não consegue se classificar tão bem. O piloto cruzou a linha de chegada em posições melhores do que as que largou em todas as provas até aqui, conquistando quatro pódios em cinco etapas.

“Em primeiro lugar, você precisa ser forte o suficiente para ficar entre os primeiros. O que pode ser diferente hoje é que há mais espaço para melhorar por conta dos pneus. Mas antes também você poderia jogar com o combustível e com os pneus também. Então não sei se há muita diferença.”

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