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Senna admite: com Williams, finalmente "posso competir direito"

Brasileiro fala que presença de Maldonado o ajuda e afirma ter consciência de suas metas para se estabelecer na categoria

Bruno Senna

Em entrevista publicada neste domingo no jornal "Lance!", Bruno Senna diz acreditar que pode ir ao pódio em qualquer corrida da temporada, uma vez que possui um carro capaz disso, como já aconteceu com Pastor Maldonado.

O brasileiro, que cumpre sua primeira temporada completa na categoria, acredita que isso é uma motivação extra e traz muita energia positiva a ele na hora de encarar um fim de semana _algo que não acontecia desde os tempos de GP2.
 
"É uma sensação que eu não tenho desde 2008, essa de entrar numa corrida com o potencial de vencer ou subir no pódio. Algo que motiva, que dá muita energia quando chega o final de semana da competição. Está demorando para cair a ficha. Faz tempo que eu não me sento num carro pensando que eu posso competir direito. Acho que só agora que eu estou chegando com uma energia mais positiva."
 
Segundo o piloto, que teve a carreira interrompida no começo por conta do acidente fatal do tio, Ayrton, a temporada na Le Mans Series (enquanto não conseguia uma vaga na F-1) e o campeonato de estreia pela Hispania mais atrapalharam que ajudaram em seu desenvolvimento.
 
"Foram dois anos que minaram muito a minha confiança e o embalo que eu vinha tendo na minha carreira. Foi algo pelo qual eu tive de passar. Passei e sobrevivi, saindo disso mais forte em termos de experiência e de cabeça.  Mas nada substitui a sensação de saber que toda vez que você senta num carro de corrida, você pode ganhar e andar bem." 
 
"Quando você passa dois anos no limbo é meio difícil. Comecei ano passado com um pouco de receio e tive algumas corridas difíceis. Cheguei neste ano tendo de me adaptar aos pneus e à situações diferentes. Não é fácil, mas aos poucos estou ganhando confiança e as boas corridas têm me ajudado nisso. Tive três corridas boas neste ano e sei que posso melhorar um pouco mais."
 
Contudo, Bruno sabe que é preciso uma presença constante na zona de pontuação para estabelecer seu lugar na categoria. "Eu preciso continuar marcando pontos de forma consistente. Eu não vejo pressão nenhuma para obter um pódio. A não ser que o carro fique com um potencial óbvio de ganhar todas as corridas, o que neste ano é muito difícil. Isto cria uma situação um pouco mais tranquila."
 
"Na verdade, este é o primeiro ano que eu tenho uma boa estrutura e a chance de sentar com o time e aprender. No ano passado tinha uma pressão enorme, era tudo ou nada em todas as corridas e você acaba fazendo algumas coisas desesperadas às vezes. Agora, as condições são mais propícias para ter uma temporada com consistência. E com essa consistência, o trabalho é elevar o nível de competitividade, algo que eu sei que sou capaz de fazer."
 
A presença de Pastor Maldonado, um piloto rápido em classificação e rápido por natureza também ajuda Bruno a crescer, mas superar o venezuelano não é o principal objetivo em sua opinião. "Me dá uma boa referência do que o carro pode fazer. Quando ele faz um tempo melhor, isso me motiva para sair e tentar fazer essa marca porque eu sei que o carro é capaz de obtê-la. Tem um lado complicado de ter um companheiro que anda rápido sempre, pois o menor erro que você cometa te joga para trás. Mas a pressão não é essa agora."
 
"O trabalho é aprender a sempre tirar um pouquinho a mais do carro e achar a minha própria janela. Querendo ou não, o Pastor já está na equipe há um ano, conhece muito bem seu engenheiro e os dois sabem exatamente o que precisam do carro e vão trabalhando no caminho certo. Considerando que eu venho pilotando praticamente um carro com acerto dele, apenas com pequenas mudanças, até que não está sendo tão ruim."
 
Por fim, Senna ainda não sabe sobre 2013, uma vez que ainda não é hora e é preciso cumprir algumas metas, como pontuar e obter patrocínio. "É cedo para conversas mais firmes sobre o próximo ano. Mas é claro que estamos enchendo o saco do pessoal para saber uma posição. Temos de trabalhar muito com os patrocinadores também. Mas principalmente se concentrar no trabalho na pista e conseguir bons resultados que me garantam a chance de ficar aqui." 
 
"Isso é o que importa, o resto é secundário. Sei que minha chance de melhorar mais é na segunda metade do ano, quando terei a referência das corridas que eu fiz no ano passado. Mas também não posso esperar a segunda metade do ano para entregar resultados bons. Da forma que eu puder, preciso fazer isso agora."
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