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De acordo com Sergey Sirotkin, o GP de Mônaco foi a prova de que a Williams deixou para trás a pior fase de sua temporada na F1.

Sergey Sirotkin, Williams FW41
Sergey Sirotkin, Williams FW41
Sergey Sirotkin, Williams Racing
Sergey Sirotkin, Williams FW41, leads Stoffel Vandoorne, McLaren MCL33, and Charles Leclerc, Sauber C37
Sergey Sirotkin, Williams Racing
Sergey Sirotkin, Williams FW41
Lance Stroll, Williams FW41 with front puncture on lap one
Sergey Sirotkin, Williams Racing
Sergey Sirotkin, Williams FW41, leads Romain Grosjean, Haas F1 Team VF-18

O estreante russo conseguiu chegar ao Q2 pela segunda vez no ano e largou em 12º, sendo que ele permaneceria na luta por pontos caso não tivesse recebido uma punição por uma infração da Williams nos procedimentos de largada.

A Williams estava corrigindo um problema de fixação de sua roda depois da marca de três minutos antes da largada, sendo que a punição de Sirotkin o fez cair para 16º.

Contudo, ele afirmou que a performance da equipe mostrou que o pesadelo da corrida anterior, na Espanha, “foi um fim de semana para esquecer”, e que a equipe estava “de volta à rotina normal”. 

“É uma tendência muito positiva”, disse Sirotkin. “Barcelona foi um ponto fora da curva, e eu realmente queria provar isso.”

“Eu não queria que isso incomodasse nossa mentalidade e nossa motivação por todo o trabalho feito aqui e lá na fábrica.”

“Agora, podemos confirmar que Barcelona foi algo isolado. Estamos lá, lutando, o que é bom não somente em termos de resultados mas também de mentalidade para todos nós.”

Sirotkin disse que sabia que era importante provar aos funcionários da Williams que havia um passo tangível de performance desde a Espanha. 

“Eu sabia que não seria igual, mas provar é um pouco diferente. É muito importante. Eu me sentiria estúpido se dissesse isso [que a Espanha foi algo isolado] e chegasse aqui e fizesse a mesma coisa.” 

“Estou feliz que tenhamos provado isso. Espero que esse resultado agrade a todas as pessoas trabalhando aqui [na pista] e na fábrica.”

Sirotkin pensou que estava na briga de uma vaga no Q3 depois de um ritmo forte nos treinos livres, mas a Williams não obteve o passo esperado na classificação.

Ele teve um rendimento muito melhor do que seu companheiro de equipe, Lance Stroll, que se classificou em 17º e terminou a corrida na mesma posição, o último entre os que completaram, depois de sofrer com dois furos de pneus.

“Foi um dia bem terrível”, disse Stroll. “Depois disso, eu fiquei ocupado deixando os outros carros passarem com as bandeiras azuis, já que eu estava uma volta atrás.”

“Depois, tive problemas de temperatura por toda a corrida, e me disseram para abrir espaço e deixar os outros carros passarem. Não havia muitas oportunidades. Não estávamos correndo.”

O diretor técnico da equipe, Paddy Lowe, disse que o primeiro furo de pneus de Stroll aconteceu “devido aos freios ficarem muito quentes, o que superaqueceu a roda e causou a falha”. 

Lowe acrescentou: “Não conseguimos controlar isso no segundo jogo de pneus e ele sofreu mais um furo. O problema foi administrado pelo resto da corrida, mas, com tantos pitstops e bandeiras azuis, Lance não estava em posição de progredir.”

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