Pular para o conteúdo principal

Recomendado para você

F1: Marko revela conversa com Newey em meio à crise da Aston Martin

Fórmula 1
F1: Marko revela conversa com Newey em meio à crise da Aston Martin

Alta cúpula da MotoGP visita obras do Autódromo de Buenos Aires, que retornará ao calendário em 2027

MotoGP
GP do Brasil
Alta cúpula da MotoGP visita obras do Autódromo de Buenos Aires, que retornará ao calendário em 2027

F1: Pirelli tem estratégia para combater corridas com parada única em 2026; saiba mais

Fórmula 1
GP do Japão
F1: Pirelli tem estratégia para combater corridas com parada única em 2026; saiba mais

F1: Presidente da Ferrari aponta "responsabilidade e determinação para voltar mais forte" após 2025

Fórmula 1
GP do Japão
F1: Presidente da Ferrari aponta "responsabilidade e determinação para voltar mais forte" após 2025

F1: Bortoleto destaca trabalho duro da Audi antes do GP do Japão após não largar em Xangai

Fórmula 1
GP do Japão
F1: Bortoleto destaca trabalho duro da Audi antes do GP do Japão após não largar em Xangai

F1: Mercedes lança nova pintura para GP do Japão com desenho de lobo

Fórmula 1
GP do Japão
F1: Mercedes lança nova pintura para GP do Japão com desenho de lobo

F1: Quem alterou regra da taxa de compressão meses antes da temporada 2026?

Fórmula 1
GP do Japão
F1: Quem alterou regra da taxa de compressão meses antes da temporada 2026?

F1: Há 35 anos, Senna conquistava primeira vitória em Interlagos

Fórmula 1
GP do Japão
F1: Há 35 anos, Senna conquistava primeira vitória em Interlagos

Sucesso de Miami não ameaça as corridas clássicas da F1, avalia CEO da McLaren

Zak Brown também vê com bons olhos o revezamento de sedes da F1 para não ultrapassar 23 corridas por temporada

A view of the circuit

Novos eventos espetaculares da Fórmula 1, como Miami, não devem ser vistos como uma ameaça a outras corridas icônicas como Mônaco, avaliou o CEO da McLaren, Zak Brown.

O GP de Miami, que acontece neste fim de semana, gerou um enorme interesse, com os chefes da F1 capitalizando o crescente número de seguidores do esporte nos Estados Unidos.

Leia também:

Mas com outros países querendo receber um GP, e Las Vegas já confirmada para 2023, além dos retornos previstos de Catar e China, há uma probabilidade crescente de que alguns dos eventos atuais perderão suas vagas.

O sucesso esperado de Miami e a quantidade de interesse dos patrocinadores no fim de semana já levaram alguns a sugerir que agora poderia ser um sucesso corporativo maior para a F1 do que o GP de Mônaco.

No entanto, Brown não acha que Miami ameace nenhum dos outros eventos clássicos da F1, pois sugere que GPs maiores e melhores simplesmente aumentam a qualidade geral do calendário.

“São todas corridas diferentes. As pessoas me perguntam o tempo todo, qual é o melhor GP? E é como, 'Eu não posso limitar a um.' Na verdade, existem alguns que são”, disse ele ao Motorsport.com.

“Acho que Miami vai elevar o nível de todos. Singapura é um evento inacreditável. Mônaco é um evento inacreditável. Silverstone é um evento inacreditável. Abu Dhabi é um evento inacreditável. A Austrália vendeu todos os ingressos este ano.

“As pessoas reconhecem o Super Bowl como o maior evento esportivo do mundo, mas Abu Dhabi teve um público maior.

“Talvez a final da Copa do Mundo ainda seja a maior no geral, mas é um dia a cada quatro anos – e temos 23 corridas, então são 23 Super Bowls.”

À medida que os chefes da F1 procuram conciliar a adição de novas corridas com um calendário já lotado, há uma probabilidade crescente de que alguns GPs possam alternar a longo prazo.

Uma sugestão recente, por exemplo, foi que a França poderia perder seu lugar permanente no cronograma e, em vez disso, alternar com o GP da Alemanha, como parte de um novo acordo.

Brown acha que esse cenário de corridas compartilhando seu lugar pode ser perfeito para a F1 daqui para frente.

“Acho que há demandas de lugares como África do Sul e não podemos fazer mais do que 23 GPs logisticamente”, disse ele.

“Quero dizer, em que ponto você vai, isso é demais? Todo mundo agora meio que sente que isso é o máximo. Então, se você fez 17, e depois teve cinco que alternavam todos os anos, você ainda tem um calendário de 23 corridas e mantemos nossa economia onde está, o que é importante.

“Não aumentamos a frequência, mas aumentamos os mercados. Há muitos esportes onde eles jogam a cada dois anos ou a cada quatro anos? Você não gostaria de ter um GP a cada quatro anos, mas acho que a cada dois anos funciona.”

“MINI-MÔNACO” e pista INCOMUM que “PERDOA ERROS”: a MIAMI que a F1 vai encontrar, por ANDRÉ DUEK

Assine o canal do Motorsport.com no YouTube

Os melhores vídeos sobre esporte a motor estão no canal do Motorsport.com. Inscreva-se já, dê o like ('joinha') nos vídeos e ative as notificações para ficar por dentro de tudo o que rola em duas ou quatro rodas.

Podcast #176 – A ‘americanização’ da F1 vai contra o DNA da categoria?

 

ACOMPANHE NOSSO PODCAST GRATUITAMENTE:

Artigo anterior Miami é o 11º circuito americano a receber a F1; relembre outras pistas que já sediaram GPs nos EUA
Próximo artigo F1: Aston Martin teria interesse em Alonso para 2023 no lugar de Vettel, segundo imprensa alemã

Principais comentários

Últimas notícias