"Título da F1 não se compra": Ecclestone lamenta problemas na Aston Martin
Lawrence Stroll investiu uma alta quantia de dinheiro em desenvolvimentos na fábrica, mas ainda não colheu os frutos
Foto de: Peter Fox
Lawrence Stroll, CEO da Aston Martin, é um dos donos de equipe mais ricos da Fórmula 1 - universo onde o dinheiro manda e muito. Porém, segundo o ex-chefe da categoria Bernie Ecclestone, não existe quantia suficiente que garanta a conquista de um título.
Mesmo antes do início da temporada, a equipe sediada em Silverstone enfrenta uma crise e Ecclestone lamenta as dificuldades enfrentadas pela Aston Martin, principalmente porque nem mesmo os altos investimentos estão surtindo efeito no carro.
Vale lembrar que Stroll desembolsou uma alta quantia para recrutar nomes importantes para seu time, incluindo Adrian Newey, além de desenvolver os mais tecnológicos simuladores e túnel de vento.
"O título mundial de F1 não se compra. Se tudo não se encaixar, você vai passar a vida inteira buscando o sucesso. É por isso que sinto pena de Lawrence Stroll", disse Ecclestone ao jornal Blick.
Lawrence Stroll comprou parte da Aston Martin há seis anos antes de investir muito dinheiro em melhorias. A promessa era de que o time criaria pilotos e carros para disputar o título contra as rivais de ponta.
No entanto, com a temporada de 2026 prestes a começar, a Aston Martin não tem nem certeza se conseguirá largar no GP da Austrália. No último ano, a equipe também passou por momentos complicados, inclusive com diversos abandonos de Fernando Alonso nas primeiras corridas por conta de problemas no carro.
A equipe britânica terminou em sétimo lugar, tendo somado apenas 89 pontos - 56 de Alonso e 33 de Lance Stroll. Eles ficaram apenas 10 pontos à frente da Haas e apenas três atrás da Racing Bulls.
Ecclestone voltou a reforçar que conquistar um título mundial exige muito mais do que dinheiro. O ex-chefe da F1 destacou o caso da Ferrari, que está há "20 anos procurando por peças que faltam no quebra-cabeça, apesar de terem as melhores condições, os melhores pilotos e o dinheiro necessário".
Além de questões no carro, a Aston Martin também enfrenta problemas com o motor fornecido pela Honda. Após os testes no Bahrein, a equipe foi informada que as vibrações causam danos à bateria e devem causar futuros abandonos.
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