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Única mulher da F-1 critica regra que a tira da categoria

Susie Wolff não preenche os requisitos para ter a superlicença em 2016, mas pede que sua experiência seja levada em conta

A piloto de testes da Williams, Susie Wolff, criticou a nova regra para obter a superlicença, espécie de carteira de motorista para pilotos de Fórmula 1, que a impede de correr a partir de 2016.

[publicidade] Mesmo tendo mais de 1000km de bagagem, atuando na equipe desde 2012, a piloto não preenche os pré-requisitos para seguir na categoria a partir do ano que vem, quando entram em vigor novas regras que determinam certa pontuação mínima baseada nos resultados nas categorias inferiores.

A escocesa fez sua carreira na DTM, campeonato alemão de turismo, que não conta pontos para a superlicença. É um caso semelhante ao de Pascal Wehrlein, reserva da Mercedes.

“Não posso acreditar nisso”, disse Wolff, de 32 anos, à Autosport. “Pascal tem uma situação diferente, pois é um piloto que está crescendo. Não é uma coisa que vai limitá-lo.”

Wolff defende que sua experiência com a Williams seja valorizada e pede uma alteração na nova regra. “Temos de entender que o tempo dentro de um carro de Fórmula 1 é absolutamente valioso justamente por ser limitado. Então todo quilômetro que você consegue fazer lhe dá uma vantagem como piloto. É algo que lhe dá experiência e não pode ser completamente desconsiderado.”

A saída para a escocesa, caso a regra não seja alterada, seria competir em outras categorias e obter bons resultados – a quantidade de pontos depende da importância da categoria e da posição final do campeonato – mas a piloto afirmou que isso “não é possível devido ao cronograma da Williams.”

“Se, por qualquer motivo, essa questão da superlicença é o que vai me parar então farei tudo para mudar isso. É uma pena para alguém que conseguiu tanta quilometragem em três anos em um carro de Fórmula 1”, reclamou. “Seria difícil para o estômago se a chance estivesse lá.”
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