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Verstappen não quer mais sprints na F1: "Você não arrisca, então não é uma corrida de verdade"

Modelo, que será expandido em 2023, não é um consenso pelo paddock e entre os fãs

Max Verstappen, Red Bull Racing RB18, Charles Leclerc, Ferrari F1-75

Neste fim de semana, a Fórmula 1 realiza a última corrida sprint da temporada 2022 no GP de São Paulo. E com o modelo passando por uma expansão no próximo ano, subindo de três para seis edições, o bicampeão Max Verstappen não entende a necessidade de aumentar as corridas de sábado, defendendo que a categoria "deveria focar na prova principal".

A corrida sprint fez sua estreia no ano passado em três corridas antes de mexer no modelo para este ano, voltando a designar o título de pole da etapa ao piloto mais rápido da classificação da sexta. Mas a prova segue definindo o grid do domingo.

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Após o Brasil, único país a receber a prova nos dois anos, o número de sprints aumentará para 2023, mas sem palcos confirmados no momento. Só que Verstappen diz preferir o modelo tradicional, e que o risco de danificar o carro ou cair para o fundo do grid no domingo faz com que os pilotos tendam a ser cautelosos.

"Sempre que eu faço as sprints, eu penso em não danificar o carro e garantir uma posição no top 3. Para mim, não é realmente uma corrida, porque você tem ainda a corrida principal, com muito mais pontos, então você arrisca mais ali".

"Você tem mais uma largada, o que é emocionante, mas apenas as pessoas que estão mal posicionadas que avançam, porque apenas você põe um pneu que dura um stint inteiro e pouco acontece".

Max Verstappen, Red Bull Racing, 1st position, is interviewed in Parc Ferme

Max Verstappen, Red Bull Racing, 1st position, is interviewed in Parc Ferme

Photo by: Sam Bloxham / Motorsport Images

Verstappen acredita que a F1 deveria "focar na corrida principal" em vez de adicionar sprints ao formato de fim de semana.

"Não entendo qual é o problema, porque temos muitas corridas emocionantes, então não é necessário adicionar mais uma com um terço da distância. Todos são muito cuidadosos, porque se você está lutando por P3 e acaba sofrendo um toque, cai para último e sabe que terá um domingo difícil".

"Você provavelmente não vai arriscar, então não é uma corrida de verdade".

Já as equipes têm apoiado o aumento das sprints para 2023, algo já aprovado pelo Conselho da FIA. Neste ano, tivemos as corridas em Ímola e no Red Bull Ring, com níveis distintos de ação na pista.

No ano passado, Lewis Hamilton voou pelo grid de último para a quarta posição na sprint de Interlagos antes de vencer o GP no domingo. Para o heptacampeão, a F1 precisa selecionar onde realizar a prova, favorecendo pistas possíveis de ultrapassar, mas gostou do formato por ser "diferente".

"Tivemos a mesma quinta à domingo por sei lá quanto tempo. Este ano deveria ser um fim de semana de três dias, e agora voltaram para quatro, o que não me deixou muito feliz. As corridas nem sempre são as melhores. Criam mais algumas opções, mas de vez em quando não há ultrapassagens".

"Colocar em lugares como Brasil, em que há várias oportunidades, ou como Baku, são os melhores para ultrapassar. Não sou contra, desde que selecionem bem onde fazer".

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