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Vettel reclama porque não está ganhando, defendem Massa e Lauda

Já o mentor do alemão, Helmut Marko, diz que só quem tem motor Mercedes apoia o novo som da F-1

Se Sebastian Vettel estivesse ganhando, não reclamaria do som dos novos motores. É o que defendem Felipe Massa e Niki Lauda. Por outro lado, o consultor da Red Bull e mentor do alemão, Helmut Marko, contra-ataca: “Eles só gostam porque usam Mercedes e estão ganhando.”

A briga sobre o novo ruído dos motores V6 turbo, mais silenciosos que os antigos V8 aspirados, continua nos bastidores da Fórmula 1. Perguntado sobre as declarações de Vettel, que chamou os motores de “uma merda”, Massa afirmou que não é bem a falta de barulho que incomoda o alemão.

“O som é pior e isso já era previsto desde quando falaram que as regras iam mudar”, disse ao TotalRace. “Acho muito difícil mudar agora. Mas é lógico que ele está achando tão ruim porque não está ganhando. Então deve doer mais nele.”

A opinião é compartilhada por Niki Lauda, tricampeão do mundo e hoje dirigente da Mercedes. “Se Sebastian tivesse um Mercedes e ganhasse na Austrália, ele certamente não diria que os carros são lentos e o som é baixo”, atacou à Auto Motor und Sport.

A Mercedes até agora vem se mostrando o melhor motor da nova geração, é verdade. Mas Lauda defende que, sem a mudança no regulamento, algumas montadoras, como a própria empresa alemã, a Renault e a Honda, que volta à categoria em 2015, não teriam mais interesse na Fórmula 1.

“Se ainda tivéssemos o motor V8, a Renault já não existiria. E a Honda não teria voltado. Teríamos uma fórmula de garagistas. A FIA decidiu há cinco anos que o tempo havia passado e precisávamos oferecer uma tecnologia pioneira. Os fabricantes têm investido pesadamente para construir motores eficientes. Este é o caminho certo e veremos cada vez mais veículos híbridos nas estradas”, salientou.

Lauda acredita que discussão tem prazo de validade. “Vamos ter uma corrida ou queremos barulho?”, questionou o austríaco. “Os promotores estão se queixando agora apenas para pressionar Bernie a abaixar os preços. Se as corridas forem emocionantes, vão parar de falar em três GPs.”
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