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VÍDEO: Lamy relembra apoio de Senna para entrada na F1 e comenta acidente de Ímola 1994

Piloto português estava envolvido em um dos eventos que marcaram o GP de San Marino, que causou a morte de Ayrton Senna e Roland Ratzenberger

Ayrton Senna, Williams.

Ayrton Senna, Williams.

Foto de: Rainer W. Schlegelmilch

Pedro Lamy correu na Fórmula 1 entre os anos de 1993 e 1996. O piloto português conversou com o Motorsport.com durante a passagem do TRC World Tour por Interlagos e relembrou um pouco a época que teve contato direto com Ayrton Senna e toda a ajuda que recebeu do brasileiro para entrar na categoria, além do fatídico acidente de 1994.

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Lamy ingressou na F1 no fim da temporada de 1993, quando recebeu a oportunidade de participar das quatro últimas corridas daquela temporada. Na entrevista, o português relembrou que Senna o colocou em contato com as equipes.

“Na minha entrada na Fórmula 1, o Ayrton inclusive me ajudou a contatar as equipes. Ayrton morava em Portugal e sempre foi muito simpático, infelizmente foi durante pouco tempo. Também, devido ao meu empresário, nós nos aproximamos”.

Ao abordar o grave acidente de 1994, que levou a morte do brasileiro e de Roland Ratzenberger, Pedro citou o próprio caso, ainda na largada, quando bateu na traseira de J. J. Lehto. Lamentando os eventos que marcaram para sempre o GP de San Marino, ele disse:

“Aquele acidente de 94, no qual ele partiu, também tive um grande acidente. As coisas terminaram por ali”.

Até os dias de hoje a realização da corrida é questionada, uma vez que diversos acidentes aconteceram nos dias anteriores, inclusive o acidente que forçou Rubens Barrichello a abandonar a prova com o nariz e braço quebrados após o treino classificatório da sexta-feira.

Lamy disse que é “fácil falar depois” e que hoje apoiaria a decisão de não seguir com a etapa, mas à época, não imaginava que a corrida resultaria em mais uma morte em pista.

“É fácil falar depois, hoje eu diria que sim. Mas foi o que foi. Não tive grande envolvimento, não fiquei sabendo de muito durante. Não sei se teria sido melhor [cancelar a etapa]. Depois da morte do Roland Ratzenberger, aquele fim de semana aconteceu tudo. Foi triste. Infelizmente perdemos dois pilotos”.

Ainda existem muitos questionamentos sobre o que aconteceu com o carro de Senna para resultar em sua morte. Há quem acredite que o acidente da largada e a entrada do safety car, forçando os pilotos a ficarem em uma velocidade reduzida enquanto a pista era limpa, tenha sido responsável.

Isso porque a baixa velocidade causou a diminuição na temperatura dos pneus. Durante a reunião da manhã, antes da etapa, Senna e Gerhard Berger expressaram suas preocupações com o carro de segurança, dizendo que ele não era rápido o suficiente para manter os compostos quentes.

Foi apenas na sexta volta que os carros puderam acelerar novamente e Senna se manteve na ponta, com uma boa relargada. Porém, na volta seguinte, sua Williams não obedeceu ao comando e se chocou contra o muro da Tamburello, causando a morte do piloto brasileiro.

Ao ser questionado sobre sua opinião no assunto, Lamy relembrou que tudo já foi explicado pela investigação movida à época e, desta maneira, qualquer especulação sobre a causa da falha no carro de Ayrton “não faz sentido”.

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