Volta da Turquia ao calendário depende de dinheiro do governo
De acordo com o presidente da federação local, Demire Berberoglu, as negociações estão avançadas com Ecclestone

A Turquia tenta voltar ao calendário da Fórmula 1 após a abertura de uma data para mais uma prova a ser realizada na Europa em maio. A vaga existe pelo cancelamento do GP de Nova Jersey, que faria sua estreia em 2013. Os administradores do circuito, no entanto, só precisam que o dinheiro seja liberado pelo governo.
A Federação Turca de Automobilismo tem negociado com Bernie Ecclestone e com Vural Ak, empresário que assumiu recentemente a administração do circuito de Istambul, as bases do acordo para o retorno da prova ao calendário. O GP da Turquia foi disputado de 2006 a 2011.
“Nós estamos fazendo todos os esforços para que as corridas de Fórmula 1, que foram realizadas por sete anos em nosso país, voltem à pista de Istambul Park em 2013 e no futuro”, afirmou o presidente da federação, Demire Berberoglu, à Reuters.
O retorno turco, no entanto, depende que o governo local libere algo em torno de 13,5 milhões de dólares. “Todos sabem o que é preciso para garantir a presença da F-1 no calendário de 2013 nos próximos anos: uma garantia de orçamento governamental”, Berberoglu deixou claro. “Isso depende da decisão do primeiro-ministro.
O ministro dos esportes, Suat Kilic, porém, deixou claro que espera que a quantia venha da iniciativa privada. "Se quiserem, o setor privado por trazer a F-1 de volta. Mas nós não vamos pagar pelos direitos. Isso foi proposto a uma companhia não estatal", afirmou à agência de notícias local Dogan.
A vaga no calendário foi decidida na reunião do Conselho Mundial, na última quarta-feira. O GP da Alemanha foi adiantado em uma semana para que fosse possível realizar outra prova dia 21 de julho, uma semana antes do GP da Hungria.
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