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Whiting: discrepância entre carros prejudicou show em 2017

Diretor de provas da FIA diz que diferença de performance das equipes, e não regulamento técnico, foi responsável por queda nas ultrapassagens em 2017

Charlie Whiting, FIA Delegate

Diretor de provas da FIA, Charlie Whiting considera que a diferença de rendimento entre os carros, e não o novo regulamento técnico, foi responsável por uma suposta piora no espetáculo visto na temporada de 2017 da F1.

Ao longo do último campeonato, muitos pilotos expressaram suas dificuldades para acompanhar de perto os carros da frente, já que, com o aumento da pressão aerodinâmica do regulamento, a turbulência também cresceu.

Em 2017, o número de ultrapassagens foi cerca de 50% menor do que o visto no ano anterior. Para Whiting, porém, a causa do cenário é outra.

“Eu não acho que acompanhar o carro da frente seja um problema, e não acho que os carros sejam o problema”, disse, em entrevista ao jornal americano New York Times.

“O maior problema que tivemos é que é claro que as três maiores equipes – se você quiser chamar assim –, Mercedes, Ferrari e Red Bull, são significativamente mais velozes que o resto.”

“Não acho que as corridas tenham sido ruins. [O que aconteceu] Foi que algumas fizeram um trabalho significativamente melhor do que os outros, o que não é algo novo na F1”, completou. 

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