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Wolff não vê Antonelli atingindo seu ápice na F1 a curto prazo; entenda

Para Wolff, um dos grandes desafios do jovem italiano será compreender "a dinâmica e a pressão desse ambiente"

Andrea Kimi Antonelli, Mercedes

Apesar de uma boa temporada de estreia, o chefe da Mercedes, Toto Wolff, acredita que o novato Andrea Kimi Antonelli pode levar de três a cinco anos para atingir seu ápice de desempenho na Fórmula 1.

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Antonelli estreou na F1 nesta temporada após poucos anos nas categorias de base, tendo pulado a Fórmula 3 e ido direto para a Fórmula 2 em 2024, conseguindo a promoção para o Mundial logo na sequência,

O novato italiano foi surpreendentemente inconsistente durante sua primeira campanha, cometendo vários erros e perdendo para o companheiro de Mercedes, George Russell. Nas classificações, Antonelli perdeu de 24 a 5, fazendo 150 pontos contra os 319 do britânico, que triunfou duas vezes no ano.

Obviamente, o piloto de 19 anos tem espaço para melhorar, e a Mercedes não espera que ele esteja em sua melhor forma no segundo ano em 2026. Perguntado, no podcast Beyond The Grid, quanto tempo levaria para Antonelli atingir seu auge, Wolff calculou que seu protegido poderia precisar até 2030.

"Quando esperamos que ele atinja o auge? Daqui a três ou cinco anos", respondeu o austríaco. "E esse é o tempo que precisamos dar a ele".

Andrea Kimi Antonelli, Mercedes

Andrea Kimi Antonelli, Mercedes

Foto de: Simon Galloway / LAT Images via Getty Images

Questionado sobre o que Antonelli ainda tinha que aprender sobre a F1, Wolff esclareceu: "Acho que ele sabe muito sobre este esporte porque é o que ele vive e respira todos os dias. Mas há o componente humano que você precisa para amadurecer como um jovem, lidar com a dinâmica e a pressão desse ambiente. Mas, sem dúvida, isso está indo na direção certa".

A estreia de Antonelli na F1 em 2025, que não teria sido possível se Lewis Hamilton não tivesse chocado o paddock ao anunciar sua ida para a Ferrari, proporcionou a ele uma experiência significativa no momento em que o mundial muda para um novo conjunto de regras técnicas - em relação ao chassi e às unidades de potência - para 2026 e anos seguintes.

"Acho que o que sabemos e o que vimos nos simuladores é que, no próximo ano, a condução será diferente da deste ano", apontou Hywel Thomas, diretor administrativo da divisão de motores da Mercedes. "Há muito o que aprender. Há muitas coisas novas para fazer. Por isso, acho que seria extremamente difícil para alguém entrar nisso em seu primeiro ano".

"Estou satisfeito por ele ter feito um ano este ano, definitivamente satisfeito por ele conhecer a equipe, fazer parte da equipe. Ele já esteve em Brixworth [onde fica a divisão de motores da Mercedes] várias vezes. Estamos analisando todos os aspectos técnicos que serão alterados. Ele está dando sua opinião lá. Então, sim, estou muito satisfeito por ele estar correndo este ano".

NIC GIAFFONE avalia novatos da F1 e LUCAS MORAES revela bastidores da conquista do Mundial de rally

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