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Di Grassi: "Subestimei diferenças" desse ano na Fórmula E; brasileiro projeta etapas melhores em Londres, Roma e Mônaco

Paulista falou sobre pistas que devem'casar' mais com o pacote da Mahindra e citou Porsche e Jaguar, seguidas por DS Penske e Nissan, como principais forças

Lucas di Grassi, Mahindra Racing

Campeão da temporada 2016/17 da Fórmula E, o brasileiro Lucas di Grassi, piloto da Mahindra, chegou em 13º no ePrix de São Paulo neste sábado, no Anhembi. Após o primeiro eP da história da categoria no Brasil, ele 'mandou a real' sobre sua situação neste campeonato, o nono da F-E.

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"A Porsche (do líder Pascal Wehrlein, da Alemanha) e a Jaguar (do vencedor do eP de São Paulo, o neozelandês Mitch Evans) estão muito à frente, e a DS (Penske, dos campeões Stoffel Vandoorne, da Bélgica, e Jean-Éric Vergne, da França) e a Nissan estão ali [próximas] ainda...", analisou Lucas.

"É bastante diferença, eu subestimei as diferenças desse ano. Achei que ia ser muito mais próximo. Na classificação, até que dá para fazer alguma coisa, fiz a pole no México, mas, na corrida, impossível... Você precisa de ritmo e eficiência. Tem muito pra gente melhorar e a gente está fazendo o possível, mas é um trabalho árduo e de longo prazo", seguiu o brasileiro, que, após o evento no sambódromo paulista, ocupa a 12ª posição na tabela.

"Mesmo se não tivesse acontecido nada na classificação (em que di Grassi acabou batendo, fazendo com que largasse da última posição do grid), se tivéssemos um P10, chegar entre os 10 seria muito difícil. Talvez conseguíssemos uns pontinhos, mas isso seria o máximo que conseguiríamos fazer Se você ver as eficiências e as quantidades de energia que os outros pilotos tinham...", ponderou o realista di Grassi.

Questionado pelo Motorsport.com sobre as etapas nas quais o pacote da Mahindra deve ser mais competitivo, o piloto respondeu: "Londres, Roma, Mônaco... só que a gente não sabe, porque assim: quem decide a quantidade de voltas é a FIA (Federação Internacional de Automobilismo)."

"Então, pode ser que cheguem em Londres e digam que serão 50 voltas. Quanto mais voltas, aumenta a diferença de eficiência: quanto mais longa a corrida, mais o [carro] eficiente faz a diferença, o powertrain. A gente não sabe, mas acredito que Londres, Roma e Mônaco sejam ok."

"Conseguir mais uns dois ou três pódios ao longo do ano, essa é a perspectiva... em pista em que a energia é menos sensível. Aqui, quem tinha um pouquinho mais de eficiência ganhava muito tempo de volta. Quando a pista tiver [uma exigência de] menos eficiência, acho que vai dar pra gente conseguir ter um resultado bom", explicou di Grassi, mencionando implicitamente os eventos de Inglaterra, Itália e Monte Carlo.

"Essa aqui (pista do Anhembi) talvez seja a pior de todas [para a Mahindra], digamos assim... Cidade do Cabo e essa. Estão tentando, cada vez mais, tornar a corrida um jogo de eficiência, fica complicado pra gente. Já estamos pensando [no ano que vem]. Já tivemos várias discussões e semana que vem tem mais discussão sobre o que a gente vai fazer com o carro", completou o paulistano. O outro representante do País, Sérgio Sette Câmara, da NIO, foi o último a terminar o eP.

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