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Fórmula E inicia planejamento do Gen4 com possível adoção de hidrogênio

Segundo Alejando Agag, os carros adotariam uma célula de combustível de hidrogênio que produz eletricidade, alimentando o motor

Nyck de Vries, Mercedes-Benz EQ, EQ Silver Arrow 02

Mesmo a um ano da estreia do Gen3, a terceira geração de carros, a Fórmula E já está começando a planejar o futuro com o regulamento do Gen4. E uma novidade que isso pode trazer é uma mudança fundamental da categoria, podendo passar a utilizar o hidrogênio como forma de atrair novas montadoras.

Durante a pré-temporada em Valência, em novembro, a Fórmula E revelou as primeiras imagens do que será o Gen3, um design com 470bhp e uma capacidade de frenagem de regeneração total de 600kW.

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O novo carro chegará na temporada 2022-23 e, enquanto testes particulares da construtora do carro, a Spark Racing Technology, estão em progresso, as equipes receberão as novas máquinas no primeiro semestre. E a categoria já prevê uma modificação do carro para os próximos anos, a Gen3 Evo.

Mas, enquanto isso, o regulamento do Gen4 já está sob consideração, e novas montadoras serão convidadas a darem suas visões e conceitos sobre a direção futura da categoria. 

Em entrevista à Motorsport.tv, o cofundador da F-E, Alejandro Agag, revelou: "O Gen3 já é incrível. Mas agora vamos começar a pensar no Gen4, que virá cinco anos depois. Temos que iniciar as discussões agora. Claro, vamos convidar as fornecedoras e montadoras que estão conosco".

"Mas também vamos expandir o grupo para convidar outras montadoras a participarem. Vamos fazer um brainstorm sobre como o Gen4 deveria acontecer. Lá, vale tudo. Qualquer coisa poderá acontecer".

Como parte dessa abordagem, a Fórmula E considerará até adotar a tecnologia da célula de combustível de hidrogênio para alimentar os motores elétricos.

Agag continuou: "O hidrogênio está dentro da licença que a Fórmula E tem com a FIA [supostamente um acordo de 25 anos de exclusividade em categorias de monopostos elétricos]. Há dois modos de se usar o hidrogênio. Um deles é queimando, o que é pouco eficiente, mas algumas pessoas estão trabalhando para tornar isso mais eficiente".

"A outra, que seria a que usaríamos, é uma célula de combustível de hidrogênio que basicamente produz eletricidade, alimentando um motor elétrico. Então assim que essas tecnologias começarem a serem disponibilizadas amplamente, e operando a um nível de corridas, definitivamente passaremos a olhar para isso".

Uma célula de hidrogênio já está sendo usada pela categoria-irmã da F-E, a Extreme E, como forma de alimentar os Odyssey 21 E-SUVs usados no campeonato. Em 2020, a HWA, parceira da Mercedes, foi uma das envolvidas no anúncio da HYRAZE League, uma categoria de carros esportivos movidos a hidrogênio prevista para ser lançada em 2023.

Mas Agag alertou sobre o aumento dos custos que viriam com uma liberdade técnica maior, apesar da F-E impor um teto de 25 milhões de euros (aproximadamente R$160 milhões) a partir de 01º de outubro de 2022.

"É preciso dar uma liberdade para que as montadoras possam desenvolver tecnologias e terem um motivo para competir no campeonato. Balanço é chave. Mas quanto mais liberdade você dá, mais as equipes irão gastar e após ficarem sem dinheiro elas saem do campeonato".

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