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Fórmula E mira etapas no Japão, Índia e Estados Unidos no futuro

Jamie Reigle, CEO da categoria, falou sobre a importância desses mercados para o futuro da F-E

American flag in the street

Apesar de estar com dificuldades para encaixar um calendário completo na temporada 2020-21 devido à pandemia, a Fórmula E segue mirando uma expansão no futuro, com o objetivo de correr em novos mercados e aumentar sua presença em outros. Segundo o CEO da categoria, Jamie Reigle, quatro países são chaves: Japão, China, Índia e Estados Unidos.

Em 2018, o Motorsport.com informou que Tóquio e Yokohama poderiam receber ePrix da F-E, apesar de preocupações do fundador Alejandro Agag sobre um forte controle policial. Foi apurado que Okayama, que recebeu o GP do Pacífico da F1 em 1994-95, também se alinhou como uma possível pista reserva para a temporada atual, em meio aos impactos da pandemia.

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Agora, Reigle inclui o Japão como um dos principais objetivos para uma futura etapa, além do objetivo de voltar a correr em uma grande cidade chinesa, após Pequim (2014-15 e 2015-16) e Sanya (2019) terem recebido a categoria.

"Nosso objetivo é nos fixarmos em mercados onde podemos criar um impacto", disse Reigle ao Motorsport.com. "Sem uma ordem particular, Japão está perto do topo da lista. A China continental [Pequim, Xangai, Guangzhou, Shenzhen] também ocupa um lugar importante".

Reigle está cada vez mais "entusiasmado" com a perspectiva de um ePrix na Índia, o que corrobora os comentários de Dilbagh Gill, chefe da equipe Mahindra, feitos em novembro do ano passado ao Motorsport.com de que a montadora "apoiaria a F-E para tornar esse sonho realidade".

O CEO, que planejava uma visita ao país no ano passado com Gill antes do impacto da Covid-19, disse: "A Índia, quanto mais penso, mais fico entusiasmado. Olha esse mercado, com uma população urbana jovem, que tem uma perspectiva internacionalista".

"No geral, o segmento que nos dirigimos fala inglês, e temos a oportunidade de avançarmos uma geração em termos de mobilidade elétrica, mostrando o futuro. Não estou criando polêmica para dizer que essas cidades são muito poluídas. Os carros elétricos realmente podem transformar a qualidade de vida nesse mercado".

"Há desafios, mas estou muito centrado nisso e tenho boas conversas com Dilbagh e o pessoal da Mahindra para ver se podemos acelerar isso [os planos para um ePrix da Índia]".

Reigle destacou também uma prova na Califórnia como seu último grande objetivo. Isso reforçaria a presença da F-E nos Estados Unidos, que corre atualmente em Nova York na região do Brooklyn.

A categoria já correu no estado do oeste americano anteriormente, com o ePrix de Long Beach nas duas primeiras temporadas, e já contou também com uma etapa em Miami, na Flórida.

"O último é o oeste dos Estados Unidos. Quando falamos com as montadoras, todas vendem muitos carros na Califórnia. Se pudermos chegar ali, seria genial".

Enquanto o Circuito Ricardo Tormo, de Valência, uma pista permanente, sediará o primeiro ePrix em solo espanhol no final de abril, Reigle o compromisso da F-E de utilizar circuitos urbanos.

"Temos um forte compromisso de seguir fazendo nossas carreiras nos centros das cidades. Acredito que os melhores produtos, para além do esporte, tem características realmente distintas de seus competidores: uma razão para acreditar, uma razão para comprar. Estar nas cidades é muito importante".

"Seguiremos fieis a isso. Estamos realizando boas conversas com algumas cidades e espero que possamos anunciar nesta primavera [europeia] para 2022-23".

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