Fórmula E pode abandonar temporariamente circuitos de rua por impacto da Covid-19
Segundo Alejandro Agag, essa mudança pode durar por até três anos, dependendo dos impactos da pandemia
Desde o seu início, em 2014, a Fórmula E teve uma preferência por realizar suas provas em circuitos de rua, como forma de promover a tecnologia dos carros elétricos em áreas densamente povoadas. Mas, devido ao impacto da Covid-19 no planeta, a categoria talvez mudará seu conhecido formato, passando a correr em circuitos permanentes, e não apenas em sua volta
Segundo Alejandro Agag, criador do campeonato, as primeiras corridas após a paralisação devem acontecer em circuitos permanentes e com portões fechados. Mas, pode continuar utilizando estes locais por até três anos, a partir do momento que a pandemia acabar, para evitar preocupações com eventos de grande porte em áreas urbanas
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Em entrevista ao Motorsport.com, ele afirmou: "A verdade é que precisamos colocar em primeiro lugar a saúde das pessoas envolvidas e dos cidadãos em todas as cidades. Então, desde que não seja 100% seguro correr em cidades, não vamos correr nelas. Mas, desde que possamos correr, vamos correr".
"Então, mesmo que o DNA não mude - já que a Fórmula E foi feita para as cidades, desde que existam preocupações sanitárias, todos precisam entender que teremos que fazer exceções. Essa exceção pode durar apenas dois meses, esperamos".
"Mas pode durar seis meses, um ano, dois anos, três. Não acho que, no pior cenário, seja algo maior que três anos. Todos já vão ter desenvolvido imunidade".
Agag acrescentou que o tamanho pequeno do paddock da F-E, em comparação com outras categorias, permitiria à categoria correr em territórios que proibiram eventos com mais de mil pessoas.
"Os grandes eventos vão enfrentar grandes desafios para o futuro. Eles vão ter que inventar novas maneiras para fazer as coisas. Isso inclui a Fórmula E, a Fórmula 1 e o automobilismo em geral. Como que vamos organizar isso? Temos coisas a curto, médio e longo prazos".
"A curto prazo, vamos ter que correr com portões fechados. Essas corridas terão um número máximo de pessoas. Para a Fórmula E, esse número é menor que mil pessoas, para termos uma corrida sem público e com transmissão".
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