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Castroneves analisa novo sistema de arbitragem da Indy e projeta 2026, com ajuda a Collet

Categoria terá organização independente para próxima temporada

Helio Castroneves, Meyer Shank Racing c/ Curb-Agajanian Honda

Foto de: Geoffrey M. Miller / Motorsport Images

Atualmente na Stock Car, Helio Castroneves é um dos pilotos mais versáteis do Brasil, mas tem como maior identificação a Indy. O brasileiro faz parte do grid da categoria desde 2001 (mesmo que apenas em provas selecionadas nos últimos anos) e busca ser o único piloto do planeta a ter cinco vitórias nas 500 Milhas de Indianápolis. Em entrevista exclusiva ao Motorsport.com, o paulista de Ribeirão Preto falou sobre a recente mudança de regras na categoria e as expectativas para mais uma participação na prova icônica.

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Na semana passada, a Indy anunciou que irá adotar um sistema de arbitragem independente para a temporada 2026, que também será válido para a Indy NXT, a principal categoria de acesso. De acordo com a nova regra, uma organização independente e sem fins lucrativos - INDYCAR Officiating Inc. - foi criada e será administrada por um Conselho de Arbitragem Independente (IOB) composto por três pessoas. Os membros do conselho, selecionados também esta semana de maneira independente, selecionarão um diretor administrativo de arbitragem (MDO) e estabelecerão seu orçamento anual. 

A mudança ganhou força após a polêmica envolvendo a equipe Penske nas 500 Milhas de Indianápolis deste ano, quando os dois carros do time foram penalizados por utilizarem atenuadores traseiros modificados. Will Power e Josef Newgarden perderam os pontos da classificação e tiveram que largar das últimas posições. Além disso, estrategistas foram suspensos e multados em 100 mil dólares (aproximadamente R$550 mil na cotação atual). 

Castroneves foi piloto da Penske ainda na CART, em 2000 e 2001, e ficou com o time até as 500 Milhas de Indianápolis de 2020, ano em que também participou de provas pela Arrow McLaren. Relembrando seu período com a equipe, ele nega que tenha competido de maneira irregular: "Eu trabalhei com a equipe mais de 20 anos, então, eu conheço o pessoal e sou bem honesto. Nunca tive uma experiência de falar 'Vamos fazer isso para ganhar vantagem', é sempre dentro do regulamento". 

Porém, ele reconheceu os "erros" do time este ano, lembrando que "infelizmente, esses erros têm consequências". Ainda assim, o brasileiro vê as medidas adotadas pela categoria com bons olhos, acreditando que a credibilidade da Indy não foi afetada. 

"Essas sanções acabam com qualquer tipo de dúvida. Os competidores vão encontrar qualquer situação para inibir, atacar e desestruturar as equipes, porque é uma equipe campeã, é uma equipe incrível. Nesse sentido eu também concordo, acho que é importante isso e vai ser bom para a categoria. Pelo fato de todo mundo atacar a categoria não creio que tirou nenhum tipo de credibilidade, porque se não o pessoal não ia voltar também", explicou. Castroneves ainda citou a chegada da FOX, acreditando que o canal de TV americano ter uma porcentagem da IndyCar "também ajuda muito". 

O brasileiro não escondeu a animação e expectativa com o futuro da categoria, revelando ainda que planeja participar das 500 Milhas de Indianápolis mais uma vez: "Grandes coisas para a Fórmula Indy, possibilidades de voltar ao auge que esteve nos anos 90, até o começo de 2000. Estou empolgado de pelo menos fazer mais uma Indianapolis, e com a parceria que a gente tem com a Ganassi, a parceria técnica, é muito bom". 

O apoio a novatos 

Nome importante no automobilismo norte-americano há mais de uma década, Castroneves falou também não só sobre ser visto, mas agir como referência para jovens pilotos, como Caio Collet, brasileiro de 23 anos que assumirá uma vaga de titular na Indy em 2026, pela AJ Foyt.

Em entrevista ao Motorsport.com, Collet disse que "vai encher o saco" de Castroneves no próximo mês de maio, quando a Indy 500 é realizada, e o veterano garante que irá ajudar. "Eu estou sempre disposto a minimizar certas situações, porque eu não quero ver nenhum colega meu se dando mal, pelo contrário. Eu gosto bastante do Caio, a gente conversou muito durante esses dois últimos anos. Tentei colocar ele na equipe, estou contente que ele vai fazer essa temporada, de voltar a ter os brasileiros na categoria. Ele foi um cara muito esperto, pensou, já bem lá atrás, saindo da Europa, a focar nos Estados Unidos", explicou. 

"Na minha carreira eu também tive pilotos que me ajudaram. Na época, o André Ribeiro, o próprio Gil de Ferran... Então, sem dúvida, vou estar de braços abertos. Vou falar da minha experiência, para o que eu posso ajudar, porque é importante e eu quero ver essa nova geração se dando bem", finalizou. 

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