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Entrevista

Leist admite temporada “difícil e carro “seguro” da Indy

Em entrevista exclusiva, piloto da AJ Foyt crê que não teve o rendimento esperado nos ovais e afirma que o carro da Indy salvou a vida de Robert Wickens

Matheus Leist, A.J. Foyt Enterprises Chevrolet

O ano de 2018 foi o primeiro da carreira de Matheus Leist como piloto da Indy. Fazendo parte da AJ Foyt Racing e tendo Tony Kanaan como companheiro de equipe, o piloto gaúcho, campeão da F3 Britânica de 2016, acabou o campeonato na 18ª posição, somando 253 pontos.

Curtindo os primeiros dias de férias da extensa offseason da Indy, que só volta agora em março, Leist atendeu ao Motorsport.com Brasil para um balanço sobre a temporada de novato da maior categoria de monopostos dos Estados Unidos.

“Foi um ano muito difícil, nossa equipe sofreu bastante”, disse Leist. “Trocamos praticamente todos os engenheiros, os dois pilotos, a maior parte dos mecânicos e acho que isso foi também um dos principais fatores de ter esse ano difícil. Assim como nos outros esportes, há a necessidade de entrosamento. Por esse lado, a gente sofreu mais do que as outras equipes.”

“Em relação ao meu rendimento, tive alguns altos e baixos, me adaptei bem aos circuitos de rua, onde me senti melhor. Nos mistos, fui OK e acho que não andei bem nos ovais. Pessoalmente, acho que poderia ter andado melhor, fora Indianápolis, que foi uma corrida boa.” Curiosamente, a melhor colocação de Leist foi em Pocono, quando foi o 11º colocado.

“Mas é difícil falar quando a equipe teve um ano tão ruim, andando atrás o tempo inteiro que às vezes é difícil você ter uma referência e para mim, em 90% do tempo era o Tony [Kanaan]. Teve corridas que ele era melhor, outras que eu estava um pouco mais rápido. Acho que foi uma temporada boa, aprendi muito, tem coisas que ainda preciso melhorar, mas foi um ano bom pra mim, como piloto.”

Carro salvou Wickens

Uma das polêmicas recentes envolvendo a Indy foi a crítica de Felipe Massa sobre os carros da categoria de Leist, após o grave acidente envolvendo Robert Wickens em Pocono. Para o vice-campeão da F1 de 2008, a série não investe tanto em segurança, trazendo a reação contrária dos envolvidos da categoria norte-americana.

Leist fez coro com seus companheiros e acredita que o que justamente salvou a vida do piloto canadense foi o carro.

“O problema não é o carro. O carro fez o seu papel e salvou a vida do Wickens. Para mim, quando se está acima de 200 mph, independentemente de que carro seja, não tem muito o que se possa fazer. O carro em si é muito seguro e fez o seu papel, de proteger a vida dele. Qualquer batida nessa velocidade causaria alguma coisa.

“A Indy fez muito pelo esporte. Nos últimos anos, quem inovou sempre foi a Indy. Foi a primeira a fazer o safer barrier, a primeira a exigir o hans device, assim como outras coisas, então eu, por estar na Indy, discordo do comentário que ele fez, assim como na F1 eles têm muito mais dinheiro envolvido, o que todo mundo sabe.”

Objetivos para 2019

Leist ainda prevê dificuldades para o próximo ano, já que a equipe deve passar por mais mudanças de pessoal. O gaúcho não quis colocar uma meta, mas imagina que a temporada será melhor do que a encerrada no último domingo.

“Não dá para focar em resultados. Temos que ter como objetivo melhorar a equipe fazer o que a gente consegue com o que a gente tem. Vamos ter muitas mudanças de novo na parte de engenharia, então continuaremos um trabalho que começamos neste ano, mas é difícil falar onde estaremos andando.”

“Acho que é difícil continuar como neste ano, não tínhamos o ritmo em 90% das provas, então tenho certeza de que será melhor do que esse ano, mas é muito difícil focar em resultados.”

“Se Deus quiser, vamos tentar correr entre os 10 em 90% das corridas, que talvez seja a nossa principal meta e, eventualmente, estar entre os cinco.”

 

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