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Entrevista

Apesar de vitória, Márquez mantém pés no chão: “precisamos ser realistas”

Mesmo com a vitória em Indianápolis, Marc Márquez reconhece que a desvantagem para Valentino Rossi ainda é muito grande e que Honda não está no mesmo nível de 2014

Marc Marquez, Repsol Honda Team
Marc Marquez, Repsol Honda Team
Marc Marquez, Repsol Honda Team, e Dani Pedrosa, Repsol Honda Team
Marc Marquez, Repsol Honda Team
Marc Marquez, Repsol Honda Team

Apesar de ter mantido a invencibilidade em Indianápolis ao triunfar na prova deste domingo (9), Marc Márquez reconhece que o caminho para entrar de fato na briga pelo título da temporada 2015 da MotoGP é longo e árduo.

"Tiramos nove pontos de desvantagem, mas ainda falta muito. Precisamos ser realistas: não estamos no nível do ano passado para conseguir ganhar corridas em sequência. A prova em Brno será difícil", disse.

Sobre a prova, Márquez revelou que o ritmo de Jorge Lorenzo o surpreendeu, pois o piloto da Yamaha conseguiu ser mais veloz na corrida do que vinha sendo durante os treinos.

"Para ser honesto, eu tinha outra estratégia em mente, porque nos treinos eu era um ou dois décimos mais rápido do que Jorge e andava constantemente abaixo de 1min32s. Mas (hoje) Jorge foi capaz de andar na casa de 1min32s, o que não esperávamos. Por isso, decidimos esperar e atacar somente no final, o que acabou dando certo”, explicou.

O piloto da Honda disse ainda que teve que exigir o máximo dele e da moto para chegar à vitória em Indianápolis. "Eu pilotei no limite, tive sustos com a roda dianteira e com a traseira, não dava pra fazer mais do que eu fiz. Mas se você quer vencer corridas precisa dar 100%, pois Jorge (Lorenzo) e Valentino (Rossi) são muito fortes”, observou o bicampeão, que continuou a detalhar as dificuldades com a moto.

"No ano passado, eu tinha confiança total na moto, então podia administrar as provas e atacar no momento que me fosse mais conveniente. Ganhamos hoje, mas seguimos no nosso limite e isso me obriga a ser um pouco mais conservador para não correr o risco de cair”, encerrou.

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