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CEO da MotoGP admite que "será difícil correr no Catar" e apoia adiamento da etapa

Carmelo Ezpeleta também comentou sobre a punição a Marc Márquez na sprint da Tailândia e a entrada do traçado urbano de Adelaide no calendário da categoria

Pedro Acosta, Red Bull KTM Factory Racing

Foto de: Gold and Goose / Motorsport Images

O conflito bélico que assola o Oriente Médio afetou diretamente os planos de alguns dos eventos importantes do calendário internacional dos esportes a motor, entre eles o GP do Catar de MotoGP, programado para os dias 10 a 12 de abril. Nesta quarta-feira (04), o CEO da categoria rainha, Carmelo Ezpeleta, avaliou as opções para a realização da quarta etapa da temporada, que começou no último fim de semana na Tailândia.

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Ninguém duvida que o evento é muito complicado de realizar e agora há duas opções: mudar a data para mais tarde ou procurar um circuito substituto.

“Haveria possibilidade de voltar em outra data? Tranquilamente. Sempre temos um plano B”, garantiu Ezpeleta, em um evento da Estrella Galicia 0.0 realizado em Madri.

“É preciso esperar, não posso dizer agora que não vamos. Estamos conversando com o Catar desde que aconteceu o que aconteceu no domingo e tomaremos uma decisão. É difícil irmos ao Catar em 12 de abril, mas não posso dizer que não iremos”, afirmou o executivo, que descartou a possibilidade de mudar de circuito.

Carmelo Ezpeleta, CEO de Dorna Sports

Carmelo Ezpeleta, CEO da Dorna Sports

Foto de: Alexander Trienitz

“Ir para outro lugar, com certeza não. Encaixar depois no calendário? Somos ótimos em fazer calendários. Saberemos algo em breve, evidentemente. Estamos esperando que nos digam algo. Ainda há tempo”, tentou acalmar.

Punição a Márquez

Entrando no assunto esportivo, perguntaram ao veterano gestor do campeonato como ele viu a punição imposta a Marc Márquez pelos comissários no último sábado, na corrida sprint da Tailândia, e se esse era o futuro das corridas.

“Não comento nada do que os árbitros fazem, é minha obrigação. No final do ano, dependendo de como eles trabalharam, conversamos com a FIM e dizemos o que achamos. Não digo se o final do outro dia foi bonito ou não”, mostrou seu lado mais diplomático após um fim de semana que classificou com a melhor nota: “Extraordinário. Não poderia ter sido melhor. Houve um recorde de público na Tailândia e, nas quedas que ocorreram, ninguém se machucou.”

Corrida em Adelaide

Outro tema quente é a saída de Phillip Island e a introdução de um traçado urbano em Adelaide. “É uma corrida segura, não urbana. Vamos a um lugar fantástico, no meio de uma cidade. Mas com todas as características de segurança. Com tudo de positivo de estar no meio de uma cidade, para que as pessoas venham”, avaliou.

Ezpeleta, logicamente, lamenta a perda de Phillip Island, mas também quis destacar o perigo do traçado australiano.

“Espero não ter mais os problemas do vento e da chuva. Agora é fácil dizer que Phillip Island é um circuito muito bonito, o que é verdade, mas a segurança vem antes de tudo. Suzuka é lindo, e como não é seguro, não vamos. A segurança vem em primeiro lugar”, destacou.

A aposta da MotoGP é aproximar as corridas das cidades.  “A MotoGP está a caminho de fazer corridas cada vez melhores, urbanas ou não. Acredito que cada vez mais tentaremos fazê-las mais perto das cidades. Goiânia é permanente e fica no centro da cidade, assim como Buenos Aires, esse é o caminho”, comentou.

Uma tendência que abre as portas para grandes capitais, como Madri, que este ano receberá a F1 em um circuito urbano. “Não, em Madri não existem as condições de segurança de que precisamos”, concluiu.

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