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MotoGP: Acosta é liberado para disputar o GP da França após cirurgia no braço

Espanhol foi mais um a passar por uma operação no braço para tratar uma síndrome compartimental

Pedro Acosta, Red Bull KTM Factory Racing

O espanhol Pedro Acosta foi declarado apto para disputar o GP da França deste fim de semana, após a recente cirurgia de síndrome compartimental no braço do piloto da KTM na MotoGP.

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Acosta foi operado na terça-feira após a corrida e o teste de Jerez, depois de finalmente admitir a condição, que vinha o incomodando desde o início de sua carreira na MotoGP em 2024.

"As vezes em que tive problemas, foram muito pequenos", disse Acosta após obter sua liberação médica em Le Mans na quinta. "Meu braço doía um pouco, e era só isso. Mas nas duas últimas corridas, parecia que meu braço ia explodir. Mesmo durante o teste de Jerez, tive que olhar para minha mão porque parecia que ela estava prestes a se abrir".

Considerando os problemas gerais de desempenho da KTM, que levaram Acosta a voltar para sua moto de 2024, e as especulações potencialmente perturbadoras sobre seu futuro, é difícil avaliar o quanto da recente queda de forma do espanhol pode ser atribuída de alguma forma à síndrome compartimental no braço. 

"Não devo usar o braço como desculpa, embora ele certamente tenha me custado algumas posições", foi a avaliação do próprio piloto. "Era o momento certo para tratar do problema".

Pedro Acosta, Red Bull KTM Factory Racing

Pedro Acosta, Red Bull KTM Factory Racing

Foto de: Rainier Ehrhardt

A síndrome compartimental tende a se tornar um fator em corrida completas, mas o principal problema de Acosta nos dois últimos GPs foi a classificação, onde a resistência não é um fator muito importante e apenas uma única volta rápida é necessária. Ele confirmou em Le Mans, no entanto, que a condição começou a aparecer recentemente, mesmo nessas curtas classificações.

"O fato de ter acontecido durante os stints de quatro voltas em Jerez foi preocupante", disse o espanhol.

O piloto de 20 anos ficou em um inusitado 12º lugar no grid nas duas últimas corridas, no Catar e na Espanha. Ele terminou os respectivos GPs em oitavo e sétimo, embora o desgaste e as penalidades tenham desempenhado um papel importante em ambos os resultados.

Embora seja difícil quantificar o impacto da síndrome compartimental em seu desempenho nos últimos tempos, Acosta precisa de um fim de semana forte em Le Mans se quiser recuperar o título não oficial de líder da KTM. O piloto da Tech3, Maverick Viñales, começou a ameaçar essa posição nos últimos tempos.

Somkiat Chantra, o outro piloto que passou por uma cirurgia do tipo após o GP da Espanha, não se juntará a Acosta neste fim de semana. O piloto da LCR Honda, que tem dificuldades em sua temporada de estreia, não conseguiu se recuperar a tempo.

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