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MotoGP: Honda “não teve muito o que testar” em Valência, mas está no caminho certo, revela Puig

Enquanto vários outros fabricantes apresentaram atualizações maiores, a Honda ficou satisfeita com revisões menores nas sessões de terça-feira

Luca Marini, Honda HRC

Foto de: Gold and Goose Photography / LAT Images / via Getty Images

A Honda revelou que “não tinha muito para testar” nas sessões de pós-temporada em Valência nesta semana, mas todas as novas peças de MotoGP que a marca trouxe funcionaram conforme o esperado.

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Embora a equipe de testes liderada por Aleix Espargaró tenha estado ocupada avaliando a RC213V com especificações para 2026, inclusive em um teste privado recente em Sepang, o fabricante japonês não tinha uma moto totalmente nova disponível em Valência na terça-feira.

Em vez disso, a Honda basicamente usou a mesma moto que competiu no GP de Valência no último fim de semana, mas com várias soluções e componentes novos projetados para o último ano da atual era técnica.

Apesar das mudanças modestas, o gerente da Honda Racing Company, Alberto Puig, descreveu o teste como produtivo, afirmando que os engenheiros da HRC estão no caminho certo de desenvolvimento.

“A verdade é que foi um dia produtivo, um pouco curto por causa da pista úmida pela manhã, mas positivo,” disse Puig à emissora espanhola DAZN. “Não tínhamos muito para testar - duas ou três coisas, nada demais - mas tudo que colocamos parece funcionar. Em princípio, a direção é boa e estamos satisfeitos".

Diogo Moreira, Team LCR Honda

Diogo Moreira, Equipe LCR Honda

Foto por: Hazrin Yeob Men Shah / Icon Sportswire via Getty Images

Puig não especificou quais atualizações Joan Mir, Luca Marini e o piloto da LCR Johann Zarco testaram em Valência, mas acredita que a Honda tem um ponto de referência sólido para o período de pausa intertemporadas.

“O objetivo era tentar ganhar aderência, e testamos várias coisas diferentes no chassi,” explicou. “Não vou entrar em detalhes, mas digo novamente que a direção é boa, e isso dá uma certa referência para o inverno [verão no Brasil]". 

“Saber que o que você testou funciona, e poder seguir uma linha de desenvolvimento, torna mais fácil que o que vier a seguir siga o mesmo caminho em direção ao que é bom, que nada mais é do que ter uma moto capaz de brigar com os principais fabricantes".

A Honda perdeu suas concessões do Grupo D após completar uma recuperação notável desde seu ponto mais baixo em 2024, vencendo um GP da França sob chuva e conquistando pódios em corridas com tempo seco em Silverstone, Motegi e Sepang.

Puig expressou sua satisfação de que os esforços de recuperação da Honda estão dando frutos, mesmo que isso signifique a perda de alguns dias de testes privados, alocação extra de pneus e wildcards.

“É por isso que é tão importante que o que testamos em Valência tenha funcionado,” disse ele. “Se você sobe no ranking das concessões, logicamente recebe menos benefícios, mas estamos felizes com isso porque significa que fizemos progresso. Teria sido muito pior se nada do que testamos tivesse funcionado".

Objetivos da Honda para 2026

Para 2026, a Honda busca uma performance mais consistente ao longo da temporada, com Puig afirmando que gostaria de ver a marca terminar entre os cinco primeiros a cada fim de semana.

“Nós melhoramos, isso é óbvio; a moto ganhou potência. Agora precisamos tentar encontrar consistência nos resultados.” ele disse. “Pensar em um top cinco seria um bom objetivo. Precisamos ser consistentes sem que os pilotos precisem forçar ao limite a cada volta, porque isso leva a quedas e problemas nas classificações". 

“Se conseguirmos uma moto que possa estar regularmente entre os cinco ou seis primeiros no treino classificatório e na corrida, esse seria outro passo muito importante para o próximo ano".

Primeira participação de Moreira na MotoGP

Puig foi um dos maiores apoiadores da contratação da Honda para 2026, Diogo Moreira, e convenceu a diretoria a rescindir o acordo de patrocínio da LCR com a Idemitsu - que exigia pilotos asiáticos contratualmente - para contratar o brasileiro.

Questionado sobre a avaliação do desempenho do recém-coroado campeão da Moto2 em Valência, Puig disse: “O primeiro dia numa moto de MotoGP é muito complicado - pode ser um inferno. A moto é muito potente; já avisamos ele para ir com calma, como também terá que fazer no teste de Sepang do próximo ano". 

“Mudar de categoria não é fácil. Mas qualquer piloto que chega como campeão mundial não ganhou isso por acaso. Ele é jovem, ambicioso, e tenho certeza que, com o tempo, ele vai subir".

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