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Pedrosa: “nunca foi tão difícil para mim andar lá na frente"

Dani Pedrosa reconhece as dores de cabeça que a Honda de 2016 tem causado a ele, mas ressalta que a experiência adquirida ao longo dos anos permite que lide melhor com a situação; Oriol Puigdemont analisa as dificuldades do espanhol

Dani Pedrosa, Repsol Honda Team
Dani Pedrosa, Repsol Honda Team
Dani Pedrosa, Repsol Honda Team
Dani Pedrosa, Repsol Honda Team
Dani Pedrosa, Repsol Honda Team
Dani Pedrosa, Repsol Honda Team
Dani Pedrosa, Repsol Honda Team
Dani Pedrosa, Repsol Honda Team
Dani Pedrosa, Repsol Honda Team
Dani Pedrosa, Repsol Honda Team
Dani Pedrosa, Repsol Honda Team
Dani Pedrosa, Repsol Honda Team
Dani Pedrosa, Repsol Honda Team
Dani Pedrosa, Repsol Honda Team
Dani Pedrosa não vive um bom momento em 2016, sofrendo com uma Honda que - como o espanhol disse recentemente - é feita para o estilo de pilotagem de Marc Márquez. Para se ter uma ideia das dificuldades de Pedrosa, o melhor caminho é analisar os treinos livres das sextas-feiras.
 
O melhor desempenho de Pedrosa foi no TL1 do GP da França, quando ele foi o mais veloz. Entretanto, nos demais primeiros dias de cada final de semana da MotoGP até o momento, o espanhol foi em média 0s7 mais lento do que os melhores tempos. 
 
Em mais de dez anos na categoria principal do Mundial de Motovelocidade, Pedrosa sempre venceu pelo menos uma vez em cada temporada - meta que parece difícil de ser alcançada em 2016, dadas as dificuldades enfrentadas pelo espanhol com a RC213V deste ano.
 
 
"Tenho enfrentado muitos problemas nas saídas de curva porque a moto não se comporta do jeito que eu gostaria, o que afeta meus ponto forte - a precisão nas saídas de curva", revelou um resignado Pedrosa.
 
Apesar de reconhecer as dificuldades, Pedrosa destacou que tem enfrentado melhor os problemas graças à experiência adquirida ao longo dos anos.
 
"Nunca foi tão difícil para mim andar na frente, mas é verdade que isso acontece em uma época que sou muito mais versátil - no passado, eu sofria muito mais para me adaptar - qualquer coisa me afetava muito mais antes", afirmou o catalão ao Motorsport.com.
 
"Há alguns anos, eu era incapaz de pilotar se a moto não estivesse perfeita. Agora, com mais experiência, sou muito mais versátil e consigo trabalhar em cima das dificuldades para extrair o melhor de cada situação. O Dani de sete ou oito anos atrás teria muito mais problemas", ponderou.
 
Fica claro que a temporada não tem sido como Pedrosa gostaria, ainda mais levando em consideração que ele é um piloto da equipe oficial da Honda e o companheiro de equipe lidera a disputa.
 
O cenário, no entanto, não é tão desastroso ao olhar para a tabela de classificação. Os únicos pilotos à frente do catalão são Márquez e a dupla da Yamaha, Jorge Lorenzo e Valentino Rossi. Antes da próxima etapa, que marca a metade da temporada, Pedrosa está a 17 pontos de Rossi, que ocupa o terceiro lugar na classificação.

Espanhol já teve anos piores

Pedrosa está a 59 pontos de Márquez, que lidera o campeonato. Pensar em título parece improvável, a não ser que a situação dele e dos rivais mude radicalmente.
 
Porém, não é a pior temporada de Pedrosa após oito corridas. Em três oportunidades - 2011, 2014 e 2015 - o espanhol estava ainda mais distante da liderança, embora no ano passado ele tenha se ausentado das corridas em Austin e na Argentina devido À decisão de operar o braço direito.
 
Em 2007 e 2009, a distância em pontos para o primeiro era exatamente a mesma, enquanto em 2013 Pedrosa estava a apenas dois pontos de Márquez, que liderava e acabou sendo o campeão.
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